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Voc� o guerreiro de n�mero

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07/09/2006 16:56
EPISÓDIO XIX
REENCONTROS
Ekin, Ian e Merlin saem do vilarejo de cavernas para seguir em direção da superfície.
No caminho, passam por uma ponte de pedra que atravessa um imenso lago subterrâneo.
Este lago serve como fronteira entre as Cavernas de Nefaz e as galerias acima delas, que dão acesso à superfície ou à Vanadiz, que é um outro conjunto de galerias subterrâneas onde moram as amazonas.
Assim que atravessam a ponte, pouco antes de subir uma rampa de pedras que daria acesso às galerias superiores, Ekin e Ian sentem uma força chamando por eles numa das margens do gigantesco lago, próximo a uma pequena cachoeira.
Ekin pedem que Merlin mande alguns soldados seguirem e pede que outros que conheçam o caminho o aguarde por alguns minutos.
Ekin e Ian seguem em direção à margem de onde sentem o chamado.
Atravessam algumas pedras e logo podem observar de onde vinha a estranha emanação.
Ali, à margem do grande lago, encontra-se Afles, desmaiado.
Ekin salta de seu cavalo, e corre para ajudá-lo.
- Afles! Fala comigo homem! Você está bem?
- Ekin! fala Afles com uma voz baixa, quase débil. Fomos atacados por um morcego gigante. Afles suspira. Depois prossegue. Não sei se os outros estão vivos! Eu tentei salvar meu amado rei... - Afles suspira, desta vez com força e abaixa a cabeça. Tenta encontrar forças para falar, e prossegue mais uma vez: - Mas eu não sei se consegui!
Ekin o toma em seus braços, o abraça forte, e com olhos cheios de água, pergunta a Ian:
- O que faremos.
Ian friamente responde, retirando a sua armadura rapidamente, e ficando completamente nu:
- A única coisa que se faz em Ozen que realmente pode salvar uma vida...
- Ian, não seja ridículo! Você não pode fazer isto com uma pessoa tão machucada!
- Ekin! Você tem uma idéia melhor? diz Ian, com sua habitual frieza e voz grossa.
Ekin vira o corpo de Afles de lado. Deita a cabeça do soldado em seu colo. Acaricia os negros cabelos encaracolados de Afles. Olha bem em seus olhos verdes e diz:
- Ele tem razão. É nossa única saída.
Ian abaixa as calças de Afles. Afles tenta reagir. Nunca fora sodomizado.
Mas Afles mal tem forças para respirar. Quanto mais para fugir.
- Relaxa aí, amigo! Precisamos de você... Diz Ian, pressionando seu pênis contra o anel de Afles.
Afles não reage. Aceita calado e imóvel o membro de Ian forçar a entrada para dentro de si.
Ekin não conseguia ter uma ereção. Não conseguiria fazer aquilo. Não entende como o Ian pudesse se excitar com aquilo. Mas sim, o pau do viking de cabelos negros estava duríssimo, como pedra, e muito lubrificado, deslizou facilmente para dentro do guerreiro Afles. Um homem que era casado e feliz com sua esposa a até poucos dias atrás, mas que tinha agora seu anel violado pela primeira vez.
Afles não esboça reação. Embora não tivesse se afogado, engolira muita água e boiara para aquela margem ficando por ali durante horas. Devido aos solavancos do túnel, também estava extremamente fraco. Por ter a força de um guerreiro mágico, não morreria se não tivesse sido socorrido, mas levaria horas para se recompor sozinho.
Ian goza e inunda Afles com sua seiva. Esse esperma, como todo esperma mágico, era absorvido pelo organismo, ajudando a revigorar a força da magia dos elfos que havia dentro de Afles.
Poucos segundos depois, os olhos de Afles ganham outro brilho. Sua força volta rapidamente e gradualmente. Seus pulmões se enchem de fôlego e ele sente até uma dor no peito por se curar tão rápido.
Seu rabo lateja de dor pela experiência de dar pela primeira vez. Mas Afles sabe que foi uma experiência necessária.
Apesar das divergências do começo, Ekin abraça Afles e é retribuído. E os três juntam-se aos demais soldados para seguir o caminho da superfície.
...
Henry desce até a parte térrea de seu gigantesco castelo.
Dirige-se ao estábulo. Quer ver como estão os cavalos.
Muitos de seus soldados morreram, e outros ainda estavam muito doentes, devido à brusca mudança de tempo que assolou a ilha de Ozen, trazendo para este território o inverno europeu que esta terra nunca sentira.
Mas Henry podia esperar que estes soldados fossem curados. Ao menos alguns deles. O Rei não tinha pressa.
Sabia que o exército pagão de Ozen nunca teria forças e conhecimentos bélicos para derrotar o rei cristão.
Aliás, Henry achava que era uma blasfêmia chamar a ilha mágica de um nome que os habitantes pagões consideravam sagrado. Ele rebatizara o nome da ilha por um de sua família, chamava sua ilha de Avalon.
Em muito pouco tempo, a ilha das fadas deixaria de ser propriedade dos místicos e pagões e passaria a ser sua. E de sua crença cristã.
O casamento entre seu filho Henck e sua sobrinha Alohra, filha do falecido Glaxus, também já estava arranjado. Seria realizado logo após a destruição total de Gni, e assassinato de Eive.
Henry não temia a magia do Cinco Guerreiros Mágicos. Sua sobrinha e os soldados de Glaxus fugiram apenas por ter visto a derrota iminente. Da batalha, viram apenas que ao invés de Glaxus, quem retornava para reinar em Gni era o príncipe Eive.
Como não sabiam da força mágica dos Cinco Guerreiros Mágicos, Henry não foi avisado.
O ataque seria realizado no dia seguinte. Com a quantidade soldados e cavalos que o rei dispunha.
...
A batalha entre os soldados ozins e as vanadizes seguia implacável.
As amazonas tinham a vantagem de ter a magia do seu lado, já que eram filhas de fadas. Mas sua magia, além de ser menor que a das fadas, estava debilitada. Toda magia provém das fadas e dos elfos. E como eles estavam escondidos em algum lugar para guardar suas forças, nenhuma outra criatura mágica tinha o mesmo poder de outrora.
Entretanto, muito do que restou da magia das fadas foi inserido dentro de Ekin e Norax.
E mesmo com somente dois guerreiros mágicos, este poder, embora não fosse grande o suficiente para derrotá-las, era quase o suficiente para proteger os soldados da fúria das vanadizes.
Quase, por que quando resolveram juntar seus poderes, as vanadizes conseguiram fazer com que Eive ficasse sem sua clava mágica.
Eliant tomou a clava mágica do príncipe para si e aproximou-se dele, prestes a proferir um golpe mortal.
Foi quando uma voz potente e feminina ecoou por todos os túneis ao redor da batalha.
- PAREM!
As vanadizes deixaram suas armas cair ao chão.
Em seguida, desceram de seus cavalos e ajoelharam-se ao chão.
Eliant ajoelhou-se e aguardou a chegada da pessoa que se aproximava.
Eive, Norax e os outros soldados ozins, estranharam o cessar fogo imediato.
Uma luz, no mesmo tom da que iluminava toda a caverna só que muito mais forte, aproximava-se cada vez mais do campo de batalha.
Ainda assim era possível manter os olhos abertos. Embora forte, a luz não agredia aos olhos.
Eive arregalou os olhos, e disse quase sem forças:
- Não pode ser.
Eive abaixou-se e ajoelhou-se, e todos os demais soldados seguiram seu exemplo.
A luz que emanava e iluminava todo o complexo de túneis da Caverna Nefaz provinha do ser mais poderoso que Ozen já viu: A Rainha Morgana.
A Rainha das fadas se aproximava.
Uma bela mulher, de aspecto e aparência humana aparecia sobre um cavalo cinza brilhante, quase metálico, e aproximava-se do príncipe.
- Perdão, Alteza. Dizia Morgana com uma voz poderosa e confortante. Em outras condições, jamais permitiria que fosse recepcionado desta maneira. Como meu poder diminuiu muito desde que Ozen foi quase destruída por Henry e seu irmão, precisei me esconder e me afastar das demais fadas e vanadizes. Eliant parecia ser uma boa pessoa para comandar as vanadizes. Mas não pensei que vocês se cruzariam dentro desta caverna.
- Majestade. Eive não podia estar mais feliz. Nunca um humano pôde ver a Rainha Morgana até então. Mas ela apareceu porque a situação era crítica.
- Príncipe, é necessário que volte. Precisamos de você em Gni, nossa capital. O povo ozin precisa de suas ordens, de sua força. É necessário restaurar o poder das fadas.
- Rainha Morgana! Procuro pelos soldados indicados por vossa majestade para que possamos defender nosso reino e nossa religião dos estrangeiros.
- Sei bem todos os motivos que o trazem à Nefaz e Vanadiz. Sei de tudo, mas não posso influenciar em tudo. Entretanto, não é necessário que procure mais. Olhe para trás.
Quando Eive vira-se, mal pode acreditar no que seus olhos vêem.
Ekin e Afles estavam vivos e muito saudáveis.
Ambos estavam acompanhados de centenas de cavaleiros azuis nefazeus, e do Mago Merlin, o rei nefazeu.
Afles fica feliz ao ver que Eliant estava viva e bem, mas esta não o reconheceu.
Isto partiu seu coração, mas o príncipe Eive o tomou em seus braços e começou a acariciá-lo. Grato por vê-lo novamente.
Eive estava feliz por ver Ekin. Mesmo sentindo-se traído, abraçou-o com carinho, Em seguida cumprimentou Ian com um frio, mas forte, aperto de mão.
Ian não entendia o menosprezo do príncipe por ele, mas preferiu não comentar.
Coisas mais importantes estavam em jogo.
- Não podemos perder mais tempo. Diz Morgana. - A última batalha começa agora.
...
Os soldados de Henry aguardavam somente o dia amanhecer para o grande ataque.
Naquele dia, o Sol demorou muito mais do que o normal para raiar.
O céu estava descoberto. Mas nunca em Ozen fizera tanto frio quanto naquela madrugada. Faltavam pouquíssimos dias para o inverno.
Ekin e Ian sabiam que, se tudo na ilha seguisse o restante da Europa, muito em breve começaria a nevar.
...
Com todos os soldados distribuídos numa montanha, Merlin chama os cinco cavaleiros de lado e fala no ouvido de Eive:
- Alteza, é necessário que os cinco guerreiros escolhidos façam o esperma mágico circular entre o corpo de todos, distribuindo-o uniformemente entre vocês.
- Como assim? Pergunta o príncipe.
Ekin puxa o príncipe pelo ombro e diz:
- Vem, cara, que eu te explico.
Ekin tira a roupa e deita-se na relva, entre as flores.
Eive também tira a sua, e aproxima-se do bárbaro.
- Ekin, eu... O príncipe tenta falar algo, mas é interrompido:
- Não diga nada, alteza, faça o que deve ser feito...
Ekin posiciona Eive deitado no chão e começa a sugar seu belo e inesquecível pinto mais uma vez.
Afles, Norax e Ian aproximam-se. Nus, com seus corpos e pintos esculturais à mostra. O viking de cabelos negros diz:
- Sem querer interromper, alteza, mas nós somos obrigados a participar desta festinha...
Ian deita a cabeça sobre a virilha de Ekin e começa a chupar seu pau.
O gigantesco Norax faz o mesmo, e começa a chupar o pinto de Ian.
E, formando um círculo de belos homens deitados, Afles começa a chupar o pinto de Norax, e o guerreiro de olhos verdes oferece o seu pinto ao príncipe. Que chupa o amigo com muita vontade.
Todos chupam o pau do amigo com muito carinho e fraternidade. Levando cada um ao seu respectivo gozo. O esperma mágico circulava agora entre eles. E todos sentiam seus poderes aumentarem.
...
Assim que os primeiros raios do novo dia cruzavam o céu, os soldados de Henry seguiam na direção de Gni.
Eram mais de 800 soldados. Quase toda a população masculina do norte da ilha fazia parte deste exército.
Seguiam marchando com um único fim, destruir Gni e assassinar quase toda a população ozin, transformando o restante da população em escravos. Sua religião cristã lhe permitia isto.
Para ele seria um massacre. Com muito menos soldados, assassinara Eibe e tomou posse de seu reino.
Eive tivera sorte na luta com Glaxus.
Mas agora não haveria uma anexação, e sim uma aniquilação total da cultura e da religião ozin.
A frota segue em direção sul.
No meio do caminho, os soldados de Henry são surpreendidos por algo inesperado.
Num campo de flores, num vale entre as montanhas de Vanadiz, dezenas de belas e encantadoras mulheres nuas, colhem flores, cantando e dançando.
Henry ordena que nenhum soldado tome aquela direção.
- Mas, majestade! diz o capitão de seu exército... São mulheres ozins. Podemos usar e estuprar a todas, já que seus maridos serão mortos mesmo...
Henry acena positivamente a cabeça, e sorridente, diz:
- Deve ser um destes rituais pecaminosos deles! Pois bem soldados, façam o que quiser com estas meretrizes!
Continua
E-Mail: vilser@gmail.com
enviada por Vilser
17/08/2006 02:05
EPISÓDIO VXIII
VAMPIROS E VANADIZES
Drattila se encontrava fisicamente melhor e já acompanhava os soldados normalmente.
Mas dentro de si, sentia uma sede inexplicável.
Bebera todo o conteúdo de seu cantil. Ainda assim, parava a todo momento para beber junto a algum rio que corresse pelas fendas do complexo de cavernas.
Aquilo chamara a atenção de Norax, que resolveu perguntar a Eive:
- Será que esta sede tem algo a ver com o sangue do Draggotah?
- É bem possível. Embora se tenha observado existir efeito de cura, o sangue do animal reage diferentemente em cada ser humano.
Embora apressados e apreensivos, já que a equipe procurava há horas, e sem encontrar vestígio do vilarejo dos nefazeus, os soldados resolveram descansar um pouco, revezando o sono.
Acomodaríam-se em pequenos túneis apertados, buracos estratégicos, de onde se podia observar e manter vigilância contra Orcs ou Trolls.
Para que coubessem dentro destes cubículos, dividiram-se em quatro equipes e dormiriam dentro de túneis não interligados entre si, mas eram todos visíveis uns aos outros, caso alguém pedisse por socorro.
Como a caverna era bem iluminada por uma fonte de luz que não havia como saber de onde vinha, era impossível separar o dia da noite. Mas, por causa dos riscos, e da iminência cada vez mais próxima de um ataque de Henry ao Castelo Gni era necessário que os soldados dormissem o mínimo possível.
...
Em Nefaz, com os passar das horas, todos os nefazeus recolhiam-se cada um a sua gruta.
Alguns se reuniram em grupos de quatro ou cinco homens e seguiam em grupo para o quarto. Fariam uma espécie de culto aos elfos feito pelos nefazeus, que envolvia bebida e sexo entre si.
Ian observava estes grupos se reunirem, podia ver da porta da gruta onde estava com Ekin. Virou a cabeça em direção a Ekin, e perguntou ao guerreiro, com sua habitual frieza e masculinidade:
- Sinto que não está confortável. Porque não participamos de um culto para que possa se enturmar?
Embora quisesse agarrar a Ian, beijá-lo e transar com ele, Ekin sabia que algum destes atos o tornaria um nefazeu e o faria esquecer Ozen e Eive.
A cada minuto que se passava, Ekin ficava mais preocupado com o destino de Eive e de Ozen. Não tinha cabeça para mais nada... Não respondeu a Ian.
Mesmo depois da revelação de Merlin, Ian não lembrava com detalhes quem era Ekin. Sabia somente que sentia algo muito forte por ele. Mas acreditava ser somente sua beleza.
Ian não se lembrava de Frystborg. Não se lembrava que fora seu mestre. E que sempre lhe reforçara traços como bravura e lealdade.
- Onde estão minhas roupas, homem? Preciso ir... Dizia Ekin.
- Não pode. É um dos nossos agora. Ian se recusava a dar qualquer informação e impedia Ekin de atravessar a porta da gruta. Só sairemos deste quarto se aceitar participar de um culto nefazeu. Lá, lavado pelo esperma de outros homens, se tornará um nefazeu e esquecerá o mundo exterior.
O esperma. Pensou Ekin. Como num quebra cabeça, Ekin lembra que todo tipo de magia em Ozen foi depositada pelas ninfas e elfos no esperma de determinados homens. Como num recurso para carregar a magia num lugar seguro, fadas e elfos depositaram na semente masculina de alguns homens a transmissão de suas informações mágicas.
Afles e Eive foram os primeiros a receber esperma mágico. Estes enseminaram Ekin, que passou a produzir espermas mágicos, e em seguida estes espermas também foram inseridos em Norax, transformando-o.
Além disso, quando o clone gozou dentro de Ekin, seu esperma fez com que Ekin aprendesse a língua nefaz.
E dava para perceber nas palavras de Merlin que, se muitos nefazeus gozassem dentro dele, ele se tornaria um nefazeu.
Ekin concluíra então que se ejaculasse dentro de Ian, era possível que ele se tornasse um guerreiro mágico. Pois a semente de Ekin foi atrás dele, assim como anunciado pelas ninfas.
Ekin não podia perder mais tempo.
- Tudo bem então, amigão! A fisionomia de Ekin mudava de preocupado para feliz e excitado. Só que antes de nos juntarmos aos outros, porque não fazemos um culto só nosso? Aqui mesmo?
- Agora sim, garoto, está falando a minha língua! Ian concordou, e num simples puxão retirou o lençol que cobria seu corpo.
Ekin agachou-se e sua boca matou as saudades que sentia daquele belo pênis que fora o primeiro a adentrar no jovem viking.
Ian fecha os olhos e delira. Aquela boca máscula e quente trazia de volta emoções e recordações que sua mente tentava bloquear, mas que seu subconsciente sabia de onde vinha.
Ekin sugava aquele pau com um desejo contido a muito tempo. Não tinha o sabor incomparável do pau de Eive. Mas ainda assim, era um pau de sabor único.
Para atingir sua meta, Ekin tira a boca do pau de Ian e sua língua passa a percorrer o caminho da virilha. Ekin afasta as pernas de seu mestre, e começa a procurar pelo ânus.
Talvez quando Ian era mestre de Ekin, aquela situação seria impossível.
Ian era um homem que usava outros homens mais jovens e inexperientes para suprir as necessidades sexuais de alguém que passava muito tempo longe de mulheres.
Jamais permitiria que um outro homem explorasse seu ânus com a língua.
Mas, ao tornar-se um nefazeu, não lembrava mais das limitações na arte de sentir prazer ao lado de outro homem.
Passara a aceitar tudo o tempo todo.
Ekin sabia disto. E sua língua explorava o rabo de Ian com vontade e volúpia.
Em seguida, Ekin se levanta aos poucos, lambendo cada parte do corpo de seu mestre. Totalmente em pé, Ekin faz com que Ian se incline, para poder penetrá-lo.
- Não, isso não, rapaz! Ian levanta-se. Eu quero botar em você. Você não vai botar em mim.
- Calma, meu senhor. Ekin tenta não perder o controle de seus planos. É só uma vez. Depois deixo você meter em mim o resto da noite.
Ian começa a afastar-se, não quer dar para o rapaz.
Mas, neste momento, o pênis de Ekin deixa sair uma babinha, de tão duro que está.
Esta babinha tem um cheiro forte, mágico. Causa um efeito hipnótico em Ian.
É o chamado da semente.
O cú de Ian começa a piscar. Sente vontade de ser penetrado. Seu rabo sente uma inexplicável fome de levar rôla...
Ian não fala mais nada, abre as pernas e com as mãos, expõe seu belo rabo levemente peludo.
A lubrificação da cabeça de Ekin é tanta, que nem precisa auxiliar com um cuspe...
Ekin sabe por que aquilo acontece. Ian é predestinado a se tornar o quinto guerreiro mágico.
O pau de Ekin entra suave em seu mestre, sem resistência.
Uma vez com o pênis totalmente enterrado, a volúpia de Ekin cresce de uma maneira doentia. E ele começa a meter freneticamente dentro de Ian.
Ekin prensa o mestre contra a parede e segue metendo violentamente, sentindo cada pressão que o rabo de Ian lhe proporciona.
Ian sente suas pregas rasgarem. Mas ainda assim, é uma sensação boa. O jovem rapaz sabe meter como ninguém.
Aquele troço imenso dentro de si pulsa cada vez mais rápido, e a pressão interna e deliciosa, faz Ian gozar sem por a mão no pau.
Ekin goza em seguida.
Ian sente seu cu latejar a cada espasmo do pênis de Ekin dentro de si.
Em seguida sua cabeça começa a doer, e a latejar como seu cú.
Ian começa a acordar de sua lavagem cerebral.
...
Depois de algum tempo tentando revezar o cochilo de seus soldados, Eive conclama a todos os soldados para que se levantem. Pede a todos que se reúnam numa espécie de salão maior, dentro do complexo de cavernas.
Mas um dos quatro grupos, aquele que acompanhava Drattila, o chefe da guarda, não saiu de sua toca...
Os soldados dirigiram-se à toca restante para averiguar porque não atenderam o chamado de Eive.
À entrada da toca, um soldado chama mais uma vez.
Não obtém resposta.
Eive aproxima-se e ilumina a toca com sua clava mágica.
Os soldados estão mortos.
Seus corpos não contém mais sangue.
Também não encontraram nenhum sinal de Drattila.
Deve ter fugido pelo outra saída que havia nesta toca.
Infelizmente, além de monstros como Draggutahs, Trolls e Orcs, além de estarem praticamente perdidos, além de terem perdido Afles, os soldados de Eive ganhavam agora mais um inimigo.
...
Ian retira uma armadura azul do arsenal dos nefazeus e entrega outra na mão de Ekin.
-Vamos, soldado! Verdadeiros guerreiros nunca fogem de uma batalha de honra!
Ambos vestem-se rapidamente e seguem em direção do haras, onde encontram-se os cavalos.
Chegando lá, encontram Merlin, vestido de cavaleiro e armado, com vários guardas de armadura azul atrás dele.
- Aonde pensam que vão, soldados?
Ian fecha a cara. Tem ódio no olhar. Não gosta de ser contrariado.
Ekin se propõe a falar:
- Mago Merlin. Se permitirmos que Eive seja derrotado, o povo não poderá mais fazer cultos à deusa e a mãe natureza. E nunca mais haverá fadas, ninfas ou elfos para que possa haver magia. Acredita que sem fadas, elfos ou ninfas, os nefazeus existirão para sempre?
- Eu já ajudei a salvar Eive e seu reino, lançando flechas de água sobre o fogo que consumia seu castelo. Não podemos nos envolver mais.
- Se não nos envolvermos mais, não haverá magia para manter os nefazeus vivos.
Merlin fecha a cara. Está irritado. Sente que um mortal idiota tem mais razão do que ele.
...
- Vamos soldados, não podemos ficar lamentando. Grita Eive. O tempo se esgota. Nosso reino depende de que encontremos Afles e Ekin.
Norax aproxima-se de Eive e pergunta:
- Tem tanta certeza de que podemos encontrá-los vivos?
- Não sei onde estão, meu amigo! Mas a pouca força que restou dos elfos diz, dentro de mim, que sim, que vivos ele estão! E que precisamos encontrá-los.
Os soldados seguem, certos de poderem encontrar alguém.
Mas pouco espaço percorrido depois, encontram as saídas fechadas.
Sobre cavalos, inúmeros soldados de armadura rósea saem de cada galeria que a caverna possui, impedindo os soldados de Eive de prosseguir caminho.
São as vanadizes.
...
Dentre as várias mulheres ali presentes, uma amazona aproxima-se dos soldados.
- Onde pensam que vão? Pergunta.
- Não pretendíamos incomodá-la, senhorita. - Diz Eive com uma voz máscula e quase rude. Estamos à procura de Nefaz.
A moça põe as mãos atrás da cabeça, e abre a fivela, retirando o elmo em seguida.
- Eliant! Grita Eive.
- Não sei mais quem é essa pessoa! Responde a amazona, indiferente à surpresa de Eive. - Mas sei de uma coisa, você deve ter feito muito mal a mim no passado. Só lembro que sinto muito ódio de você, pois quase morri por sua causa.
Eliant girou seu cavalo, e conclamou as amazonas:
- AMAZONAS! CAPTUREM OS SOLDADOS!
Não adiantaria tentar conversar.
Mesmo com soldados cansados, Eive sabia que Eliant guardava um ódio muito grande dentro de si, uma vez que todas as evidências indicavam que ela havia o visto transando com seu marido. Não havia outra alternativa a Eive que não fosse revidar o ataque.
- SOLDADOS! À BATALHA! Gritou o príncipe.
Eive e Norax levantam suas clavas mágicas e partem para a batalha contra as amazonas.
Continua
enviada por Vilser
17/08/2006 01:41
EPISÓDIO XVII
O MAGO MERLIN
Eive e seus soldados entram nas cavernas.
Norax que entendia muito pouco da história dos nefazeus, uma vez que foi criado desde pequeno para ser um soldado e servir cegamente ao rei Eibe, perguntou ao príncipe:
- Alteza, quem são os nefazeus?
Eive conta a história enquanto caminham por entre túneis que mais lembravam labirintos:
As igrejas que agora dominam a Europa, para impor seu poder, dizem que o culto aos seres mágicos que protegem a Terra é um culto a demônios.
Enfraquecidas, todas as fadas e elfos fugiram da ignorância humana e do domínio destas igrejas.
Ainda assim, fadas não podem existir sem que haja humanos que as ajudem a cuidar da natureza, elas precisam que o culto à mãe natureza seja feito.
Por isso, fadas trouxeram seres humanos consigo para Ozen, mesmo sabendo do perigo que isso implicava, era um mal necessário.
Mas fadas também têm fraquezas. Muitas delas acabaram se apaixonando por humanos. E tornaram-se aparentemente humanas para conquistar pessoas e casar-se com elas.
Destes casamentos nascem nefazeus e vanadizes.
Nefazeus, portanto, são filhos de fadas com humanos.
- E os tais vanadizes? Pergunta Norax.
- Vanadizes são como os nefazeus. Mas são mulheres. Homens e mulheres filhos de fadas com humanos não se relacionam com seres de sexo oposto. Não se sabe por que isto ocorre... Diz Eive.
- Isto significa que eles não se reproduzem? Pergunta Norax.
- Mais ou menos. O que se sabe é que também não vivem juntos. Os Nefazeus habitam parte desta caverna e as Vanadizes vivem isoladas na sua própria parte desta caverna.
Se dermos sorte, encontraremos Nefazeus, senão...
- E por que eles se escondem tanto?
- Por serem seres diferenciados, e por não conseguem se relacionar com pessoas de sexo oposto, assim que chegaram a Ozen, nefazeus e vanadizes preferiram manter-se isolados do resto do mundo, vivenciando seus próprios desejos como bem entendem e em total silêncio. Além disto, eles têm uma tarefa a cumprir.
- E qual é esta tarefa?
- Isolados e aglomerados aqui em Ozen os poderes mágicos das fadas e dos elfos aumentaram consideravelmente. Por causa do poder imenso contido nesta ilha, outros seres migraram para esta ilha atrás de mais poderes mágicos. Seres bons como fadas e elfos, e seres maus como trolls e orcs. As fadas e os elfos incubiram os nefazeus e vanadizes de proteger a Terra de trolls, orcs e outros monstros que habitavam livremente o mundo. Todos foram trancafiados aqui, para viver nesta caverna, que tem um tamanho imensurável.
- E todos os monstros estão soltos dentro desta caverna?
- Sim. Só será seguro quando chegarmos a caverna dos nefazeus.
- E se chegarmos a Vanadiz? pergunta um soldado cheio de segundas intenções.
- Estaremos perdidos. Vanadizes não gostam de homens, sentem-se traídas por pessoas do sexo masculino. Provavelmente nos expulsarão e teremos que começar novamente nossa busca nestas cavernas perigosas mais uma vez.
Afles intervêm na conversa:
- Mas por que nefazeus seqüestrariam Ekin?
- Não sei dizer. É possível que eles o querem para gerar mais um filho nefazeu, já que eles não se reproduzem com mulheres.
- E como eles se reproduzem?
Antes que Eive respondesse essa pergunta, um monstro enorme aparece diante dos olhos de todo seu exército. Uma espécie de dragão, mas com aspecto bem semelhante ao de um morcego.
Todos se armam de suas espadas e flechas, e preparam-se para defender-se do monstro, que parece faminto.
A gigantesca besta bate as asas e avança em direção do príncipe Eive.
O príncipe ergue sua clava mágica e brilhante para defender-se, mas a fera consegue arremessá-lo para o outro lado do túnel.
Eive cai desacordado próximo a um outro pequeno túnel, e o monstro voa em sua direção para dar o bote.
Afles sente o coração apertar, e com uma fúria nunca sentida antes, avança em direção do monstro.
Norax ataca simultaneamente.
Ambos atingem o monstro ao mesmo tempo.
A fera esquece-se de Eive e volta-se para Afles que lhe feriu mais profundamente.
Os demais soldados alvejam flechas contra o monstro.
Vendo que o mesmo parece abatido, um segundo grupo aproxima-se com espadas.
Drattila aproxima-se e fere uma asa da fera.
O monstro parece reviver. Dá uma sacolejada imensa. De um lado, arremessa Drattila contra o teto, violentamente. E em seguida, o mesmo cai ao chão. Do outro lado, arremessa Afles, que tentava um segundo golpe, na direção de um precipício que havia dentro da caverna.
Afles despenca e sua queda o leva direto a um caudaloso rio que passa por dentro da caverna. E a correnteza deste rio é furiosa. Arrasta-o violentamente para longe dos olhos dos outros soldados que ainda não conseguiram eliminar o monstro.
Mas uma segunda alvejada de flechas surte algum efeito, o monstro demonstra estar muito ferido.
Eive recobra os sentidos.
Ele e Norax erguem suas clavas mágicas e avançam contra o monstro, acertando-o um golpe que reluz, tornando a caverna demasiadamente iluminada.
A fera recebe seu golpe de misericórdia...
Assim que o monstro cai em definitivo, Eive procura ansiosamente por Afles, pressentindo o pior.
Norax lhe informa que Afles fora levado pela correnteza do rio que se encontrava abaixo do precipício.
Eive procura em vão sinal do corpo de Afles, sentindo um pesar imenso em seu coração.
Imagina uma forma de buscar Afles antes de seguir atrás de Ekin.
Mas, observando o rio, percebe que o mesmo passa a seguir seu curso por dentro de um túnel, tornando a tarefa impossível.
Com uma voz triste, mas carregada de firmeza e coragem, o príncipe diz:
- Rezemos para que de alguma forma os elfos nos ajudem a encontrar Afles e Ekin. Precisamos salvar nossos guerreiros. Continuemos, não temos tempo a perder.
Neste momento, um dos soldados aproxima-se de Eive e informa:
- Alteza, espere! O chefe da guarda! Ele não está bem!
- Drattila, o que aconteceu? O príncipe aproxima-se do homem ferido.
- O monstro me arremessou contra o teto e eu caí sobre o chão. Deve ter rompido algo dentro de mim. Minha morte é inevitável. Sigam sem mim. Dizia o homem.
- Não. Não podemos perder mais um homem. - Disse o príncipe, inconformado com situação tão desastrosa.
- Alteza, temos equipamento de socorros simples. Dizia um soldado com conhecimento em enfermagem. Mas como ajudaríamos este homem sem equipamentos médicos adequados?
- Não temos outro jeito. Temos que tentar um recurso que eu não gostaria de usar. Diz o príncipe, bufando muito, dando sinais de que apelaria para um recurso muito arriscado.
O príncipe pede um recipiente para um dos soldados.
Eive aproxima-se do monstro, e com sua espada, corta a jugular da fera, derramando sangue dentro do recipiente de madeira.
- Este monstro é um Draggutah, um dragão-morcego. falava Eive. - Eles habitam e protegem as entranhas de Ozen desde os primeiros dias. Foram criados pelos elfos para espantar trolls e orcs, caso estes tentem subir à superfície, alimentando-se destes seres e bebendo seu sangue.
- E para que humanos não entrem nestas cavernas... Conclui Norax.
- Exato. Confirma o príncipe. Por terem sido criados com a pura magia dos Elfos, eles são eternos. Entretanto, para manter esta eternidade, precisam alimentar-se de sangue e, para que nunca saiam da terra, morrem sob a luz do Sol.
- Se ele é eterno, então ele não está morto? Diz Norax, preparando sua espada para um novo ataque.
- Ele perdeu muito sangue, Norax. Perdeu todas as suas forças.
O príncipe aproxima-se de Drattila e lhe oferece o pote com sangue do Draggutah.
- Por ser obra das fadas, o sangue de um Draggutah tem o poder de cura. O único problema é se este dragão tiver bebido sangue de trolls ou de orcs.
- O que acontece com Drattila? Pergunta Norax.
- Eu não sei. Suspira o príncipe. - Os livros só narram experiências com Draggutahs de sangue puro. Nunca souberam o efeito do sangue de um Draggutah selvagem. Mas não temos outra saída.
Drattila, sem ter outra opção, sentindo o resto de suas forças abandonarem seu corpo, bebe o líquido.
...
Na Caverna Nefaz, os olhos de Ekin enchem-se de lágrimas ao ver seu mestre Ian mais uma vez.
O sonho que parecia impossível está se concretizando.
Ekin grita:
- Mestre! Não acredito! Estás vivo! Vivo! Por Odin! Não poderia haver glória maior!
Ian o observa friamente.
- O que diabos está havendo aqui? Por que este homem está amarrado? pergunta Ian, voltando-se para trás, irritado.
Um belo homem de cabelos lisos e olhos negros entra na gruta, exibindo um físico invejável por debaixo de seu lençol e intervém, colocando a mão sobre os ombros de Ian:
- Calma, Ian! Eu explico porque estes dois rapazes estão aqui e porque o aprisionado está tão eufórico. Solte-o, e sentem-se, por favor.
O clone desamarra Ekin.
Ekin quer atacar, mas acima de tudo quer entender o que está acontecendo.
Todos alojam-se melhor no espaçoso quarto.
O belo homem de olhos negros diz algo no ouvido do clone de Ekin e este sai da sala.
- Permita-me que me apresente, Ekin. Meu nome é Merlin. Eu sou um mago indicado pelos elfos para comandar o povo nefazeu.
- Certo. Falava Ekin, sem saber quem eram os nefazeus, e sem conseguir tirar os olhos de Ian de tanta felicidade, mas ao mesmo tempo assustado.
Merlin conta que os nefazeus são filhos de humanos com fadas, e em seguida, conta a história de Ian desde que chegou a Ozen:
O seu amigo Ian e mais alguns soldados foram resgatados do mar pelos nefazeus.
Como bem sabe, não poderíamos correr o risco de manter suas mentes como estavam: vikings são perigosos e traiçoeiros.
Embora os nefazeus e os magos tenham um poder mágico muito inferior aos das fadas e dos elfos, podíamos transformar os guerreiros em nefazeus, e mantê-los sob nosso controle.
A mente de todos os vikings que quiseram ficar entre os nefazeus foi bem cooperativa, e eles se adaptaram bem a nossa cultura e ao nosso modo de viver.
Menos este rapaz aqui, Ian.
Merlin dá tapinhas nas costas de Ian que, apreensivo, estranha a narrativa.
- A mente de Ian não se adaptou, pois seu coração pertencia a um homem especial. Você. Disse Merlin.
A fúria de Ekin sumia naquele mesmo instante. Os olhos de Ekin encheram-se de lágrimas. Acabara de descobrir que o que sentia pelo mestre era correspondido.
Ian baixava a cabeça, envergonhado.
- Ele é um bom guerreiro, mas em muitos momentos se distraía, sua mente fugia. Num ritual, nós descobrimos que o sentimento que ele nutria por você o impedia de ser um nefazeu completo. Para acalentar o coração de Ian, um soldado ofereceu-se para tornar-se uma cópia sua e assim, enganaríamos o coração de Ian.
Ian mantinha a cabeça baixa. Durão e frio como sempre foi, sentia-se envergonhado por ver seus sentimentos expostos daquela forma.
- Descobrimos, através das árvores, que dava para fazer uma cópia exatamente como você, uma vez que os elfos tiraram de você suas memórias, quando você foi aprisionado por eles na Floresta Morta, e grande parte sua ficou nas árvores que o aprisionou. Entretanto, por este mesmo motivo, os sentimentos do clone tornaram-se parecidos com os seus. E assim, numa jornada insólita, em nossa autorização, sua cópia colocou uma de nossas armaduras de guerra e resolveu salvar o reino de Ozen das mãos de Glaxus, assassinando-o com suas próprias mãos.
- E porque vieram atrás de mim agora? perguntou Ekin.
- Sabíamos pelas árvores que estava vivo. E para quê ter uma cópia se nós poderíamos ter o guerreiro original? Sempre precisamos de um guerreiro para nos ajudar a defender a Terra dos Orcs e Trolls.
- E por que minha cópia transou comigo?
- Para que aprendesse nossa língua através de seu esperma.
- Espere. Pensou Ekin. - Se vocês têm armaduras de guerra, podem ajudar o príncipe Eive e os elfos. Podem ajudá-los a derrotar Henry!
- Nós não podemos abandonar nossos postos. - Diz Merlin, seriamente.- Se os nefazeus saírem das cavernas, muito provavelmente orcs e trolls invadiriam a Terra mais uma vez. E, com a fraqueza de elfos e fadas, eles aniquilariam toda a humanidade. Por isso precisamos de bons guerreiros, por isso o trouxemos para Nefaz.
Ekin faz cara de irritado. Tem o dever de ajudar Eive. Deve sua vida a ele.
- Percebi que gosta do guerreiro Ian. Diz Merlin. Aproveite, bárbaro. Abandone o mundo exterior e viva conosco. Tornar-se um nefazeu é tornar-se eterno. Pense nisto.
Ekin observa Ian.
E mais uma vez, não tem certeza se fez a escolha certa.
Alguém que o ama ainda corre perigo.
Ainda tem vontade de agarrar Ian, abraçá-lo e beijá-lo.
Mas embora estivesse feliz por vê-lo, lembra-se que não poderia ter abandonado Eive. Henry e seus soldados provavelmente já estavam a caminho, e o Reino de Ozen seria aniquilado.
Ekin levanta-se rapidamente e diz a Ian:
- Vamos! Eive precisa de nós! Agora!
Ian olha para Ekin:
- Não podemos! Nosso lugar agora é aqui!
...
Do outro lado da gigantesca e inóspita caverna cheia de túneis e labirintos, Eive e seus soldados seguem procurando as Cavernas Nefaz.
Todos aparentam estar bem.
Mas dentro de Drattila uma sensação horrível começava a acontecer.
Sua força aumenta, e sua aversão à luz também aumenta.
Seus dentes caninos começam a aumentar de tamanho.
Continua
enviada por Vilser
25/06/2006 23:33
EPISÓDIO XVI
O SEQÜESTRO DE EKIN
Ekin está furioso.
O bárbaro começou a achar que o fato de encontrar consigo mesmo neste momento, como se estivesse saído de dentro de um espelho, era um ato de Odin e todos os outros deuses em que acreditava. Eles deviam estar o amaldiçoando. Castigando-lhe por amar a outro guerreiro viking.
Seria um irmão gêmeo idêntico? Não. Ekin não tinha irmãos. Apenas uma pequena irmã chamada Helda, mas que era muito pequena quando saiu de Frystborg.
Aquela cópia de si mesmo, aquele clone, só poderia ser castigo. Os deuses queriam deixá-lo louco.
Mas Ekin não se daria por derrotado.
Não permitiria que nem mesmo os deuses caçoassem de seu amor, o enganando daquela maneira.
Armado de sua espada, Ekin atacou ferozmente sua cópia.
Sentiu que deveria aniquilar esta cópia de si mesmo, para mostrar aos deuses que não era fraco.
No coração do guerreiro também crescia a decepção, a certeza de jamais reencontrar Ian.
O bárbaro partiu para cima do cavaleiro com toda sua fúria.
Mas o clone não estava desarmado.
Conseguira uma nova espada neste tempo em que ficou ausente, e contra-atacou Ekin. Não tinha a mesma fúria de seu oponente, lutava com golpes frios e calculados.
O poder concedido pelos elfos tornara Ekin quase indestrutível.
Como saber se o Cavaleiro Azul não era dotado da mesma força e poder?
Estes pensamentos chegavam a ocorrer na mente de Ekin, mas não o suficiente para fazê-lo refletir.
O ódio e a decepção eram maiores que qualquer sentimento.
Mas a frieza e a objetividade foram aliadas do cavaleiro.
Após algumas investidas, com movimentos precisos, o Cavaleiro Azul cravou sua afiadíssima espada num grosso galho de árvore que estava acima de sua cabeça, jogou-se para cima deste galho e rodopiou em outro.
Neste meio tempo, um galho de árvore golpeia a cabeça de Ekin, deixando-o tonto, e sem sua espada.
Mais rápido ainda, o cavaleiro pulou para junto do bárbaro, e sacou de seu bolso um pano úmido. Em seguida, pressionou este pano contra o rosto de Ekin.
O pano fora embebido em uma solução alucinógena.
Ekin sente suas forças diminuírem, até que adormecesse por completo.
Ekin conclui que tomara a decisão errada abandonando Eive.
Mas sentia que era tarde demais.
...
A tarde, aos poucos, se transformava em noite.
O cavaleiro vestiu seu elmo novamente, e em seguida, coloca Ekin sobre seu cavalo, monta e seguem rumo ao norte.
Penetravam cada vez mais nas entranhas da floresta, quando, no meio do caminho, o cavaleiro azul é pego de surpresa.
Eive e seus soldados, que procuravam por Ekin há algumas horas, sobre seus cavalos, avistam a cena. Vêem um cavalo cinza com um homem vestido de armadura azul e mais um corpo sendo carregado.
Desesperado, o príncipe começa a perseguir o Cavaleiro Azul.
Sabia que o corpo só poderia ser o de Ekin.
A escuridão da noite começava a tornar-se densa na floresta.
Enxergar algo se tornava cada vez mais difícil.
Os três cavaleiros mágicos erguem suas clavas fenomenais, que começam a brilhar, iluminando todos os cantos da Floresta Nefaz.
Mas a floresta era traiçoeira.
Movidas por uma magia que os soldados de Eive desconheciam, as árvores mudavam de lugar, atrapalhando a perseguição do príncipe e de seus soldados contra o Cavaleiro Azul.
De repente, nada mais se podia ver.
O rastro do cavalo do cavaleiro azul desapareceu por completo. Como ocorrera na tarde em que Glaxus fora morto.
A densa neblina do inverno que tomou conta de Ozen aumentava, e o frio crescia.
Eive e seus amigos não conseguiam avistar pegadas ou sinais que indicassem para onde o cavalo poderia ter ido.
- Alteza! É certo que já devem estar agora nas cavernas dos nefazeus. Disse Norax.
Eive não conseguia conter o desespero. Mas tentava disfarçar, em vão.
- Soldados! Bradava o príncipe. Sem Ekin não teremos a mesma chance que teríamos contra o exército de Henry. Além disso, ele é um dos nossos. Não podemos abandoná-lo à sua própria sorte. Mesmo que tenha sido uma escolha dele.
- Certo, Vossa Alteza.- Disse Afles. - Mas como faremos para encontrar a entrada das cavernas?
- Eu sei como. - Disse o príncipe. Sigam-me.
Eive segue rumo ao norte.
...
Após algumas horas de caminhada, chegam a um local onde as árvores tornam-se maiores, mais próximas e menos rebeldes.
Eive aproxima-se de uma enorme pedra de formato fálico.
- É aqui. Diz o príncipe com voz firme e furiosa. - Para abrir o caminho que dá acesso às cavernas é necessário molhar a pedra com tipos diferentes de esperma.
Eive tira o pau pra fora e começa a se masturbar.
Afles chega em seguida e segue o exemplo de seu príncipe. Logo é seguido por Norax e pelos demais soldados.
A maioria dos soldados fecha os olhos para imaginar uma cena excitante. Afinal, não é fácil se excitar com alguém em perigo.
Drattila, de olhos bem abertos, agacha-se bem ao lado de Afles ao vê-lo se masturbando. Tentando não levantar suspeita, inclina-se para ver se o jato de porra do guerreiro voa perto dele. Quer um pouco daquele esperma para tornar-se um guerreiro mágico.
Norax assiste a cena com muito tesão. Excitado pela cena, é o primeiro a gozar.
Seus gritos excitam Afles, que goza em seguida.
Nada atinge a boca de Drattila.
Outros soldados gozam logo depois, e esporram sobre a porra de Afles. Fazendo uma mistura de esperma.
Drattila irrita-se, mas ainda assim, não perde as esperanças.
Para levantar-se, apóia-se na pedra com a mão em cima de toda a porra, tentando não levantar suspeitas. Goza em seguida.
Muito preocupado com o destino de Ekin, Eive não consegue gozar.
Mas a quantidade de esperma sobre a pedra já a faz dar sinal de vida.
Ela treme, e suas fendas começa a se afastar, tornando-se cada vez maiores.
De dentro da pedra, luzes são emanadas. Isto clareia toda a região da floresta em torno dos soldados.
Todos se encantam com a luz que sai de dentro da pedra.
Drattila aproveita a distração do grupo para lamber a mão que apoiou no esperma de Afles. Mesmo sabendo que naquela gosma encontravam-se espermas de outros soldados que não eram guerreiros mágicos.
Não sentiu um comichão imenso como quando Norax gozou dentro de si, mas sentiu um pouco de vertigem. Torceu para que fosse o suficiente. Agora só restava o esperma de Eive e Ekin.
...
Afles é o primeiro a tentar entrar na caverna.
- Cuidado!- Advertiu Eive. - Dentro destas cavernas existem seres e monstros que protegem o reino dos nefazeus.
- Alteza, como você pode saber tanto sobre estes seres estranhos? Pergunta Norax.
- Como príncipe, eu fui obrigado a estudar sobre eles, guerreiro. Disse Eive, friamente.
Eive sabia que entrar naquelas cavernas para salvar Ekin era muito perigoso. Quase uma sentença de morte. Mas seu coração o ordenava a fazer isto.
...
Ekin acorda.
Está numa gruta.
O local é uma espécie de quarto. Um ambiente bem iluminado, limpo e belo.
A temperatura é muito agradável, úmida no ponto certo.
O bárbaro nunca vira tanto conforto e requinte num mesmo local.
Neste quarto, havia móveis produzidos na melhor madeira que existe. Tecidos das melhores espécies teciam sua cama e atavam seus braços.
Lençóis de seda cobriam seu forte corpo musculoso. Com exceção destes poucos lenços, Ekin estava nu - e perfumado.
Ekin tenta livrar-se das amarras, mas neste instante, um homem entra em seu quarto.
Era o clone. Também vestia somente um lençol de seda amarrado por uma fita dourada sobre seu corpo nu.
- O que quer fazer comigo? Se é que já não fez? Pergunta o viking.
O clone, mais uma vez, fala palavras incompreensíveis. Voz que sai baixa, num tom extremamente carinhoso.
O clone senta ao lado de Ekin e começa a acariciar seus cabelos.
Em seguida, põe um pouco de água num copo de cristal e oferece ao bárbaro. Ekin está com muita sede. Bebe sem hesitar.
Ekin percebe, pelo olhar, que o clone não quer lhe fazer mal.
O clone abaixa-se sobre seu rosto e beija sua face.
Talvez não seja um castigo dos deuses afinal... Pensa Ekin. E sim um presente...
O clone verifica o estado físico de Ekin, avaliando cuidadosamente com suas mãos se não há feridas.
Ekin sente o toque de uma pele idêntica à sua percorrendo seu corpo.
O clone aproxima seu corpo.
Sussurra mais algumas palavras perto do ouvido de Ekin e aproxima lentamente seus lábios dos mamilos do bárbaro. E lentamente, começa a sugá-lo.
Ekin não entende porque está sendo tratado daquela forma pelo seu clone. Embora pense em voltar para Eive, quer entender porque aquilo está acontecendo. E não dificultar o jogo parece ser a única maneira.
A língua do clone é quente, mais quente que o normal.
Sua boca vai descendo pelo peito de Ekin, pelo abdômen torneado, descendo mais e mais, até atingir o pênis do viking.
O clone olha para os olhos de Ekin, que excitado em ver a si mesmo fazendo aquilo, transmite aprovação no olhar.
Mas o clone não põe a boca no pau de Ekin, que está duro.
Sua língua desce mais e procura o ânus do guerreiro.
Aquela língua mais quente do que o normal dá a Ekin uma sensação nunca experimentada antes. Nunca sentira uma língua no cu antes. E do modo como aquela língua era quente, a primeira vez estava sendo inesquecível.
Ekin contorcia-se de prazer e seu sósia metia a língua mais e mais fundo. Aos poucos, o clone foi posicionando Ekin numa posição estratégica, de ladinho sobre a cama e parou de lamber.
Ekin abriu os olhos e resolveu espiar para saber o que acontecia.
Seu sósia apontava seu grosso e imenso pinto duríssimo para o rabo de Ekin.
Ekin embora confuso e assustado, estava excitado em ver-se penetrado por si mesmo. Abaixou a cabeça e suspirou.
O clone coloca seu membro devagar, abrindo as entranhas de Ekin lentamente.
Mas uma vez dentro, logo metia com força e velocidade.
Em pouco tempo, goza loucamente, inundando o interior do viking com seu esperma.
O bárbaro respira fundo. E quando o clone abre a boca mais uma vez, Ekin entende todas as suas palavras:
- Espero que agora esteja bem menos irritado comigo.
Ekin suspira. Em tom de irritação pergunta:
- Escuta cara, quero saber quem é você e o que quer de mim...
- Todas as respostas lhe serão dadas agora.
O clone vira-se para trás e chama:
- Merlin! Ian! Por favor!
Por dentre as cortinas que dão acesso ao exterior daquele quarto, entra o homem que Ekin tanto desejara reencontrar, fazendo com que seu coração bata numa velocidade alucinante.
Continua
E-mail: vilser@gmail.com
Orkut: Comunidade: O Bárbaro Ekin
enviada por Vilser
11/06/2006 21:34
AS AVENTURAS DE EKIN, O VIKING É UMA ESTÓRIA QUE SE BASEIA EM SITUAÇÕES DE FANTASIAS HOMOERÓTICAS. UMA HISTÓRIA SEM CENSURA NARRATIVA, NÃO TENDO POR INTENÇÃO SER PORNOGRÁFICA OU DE INCENTIVO A PRÁTICAS INSEGURAS DE SEXO.
PORTANTO, SEMELHANÇAS COM NOMES, FATOS, E SITUAÇÕES POLÍTICAS REAIS, TERÃO SIDO MERA COINCIDÊNCIA!
OS FATOS SEGUEM-SE HÁ MUITOS SÉCULOS ATRÁS, ANTES DO SURGIMENTO DE VÁRIAS DOENÇAS, PORTANTO, HOJE, FAÇA SEXO SEGURO, USE CAMISINHA!
SE VOCÊ É MENOR DE 18 ANOS,
SE AMOR E SEXO ENTRE DUAS PESSOAS DO MESMO SEXO OFENDEM A SUA PESSOA,
OU SE EM SEU PAÍS, HISTÓRIAS DESTE TIPO SÃO CONSIDERADOS CRIME, OU PORNOGRAFIA, POR FAVOR , RETIRE-SE AGORA.
EPISÓDIO XIV
OS NEFAZEUS
Eive sai irritado do quarto de Ekin sem falar palavra alguma, dirigindo-se aos corredores do castelo com seus passos duros e firmes.
Logo em seguida, chega à sala real e senta-se em seu trono.
Ali permanece sem esboçar muitas emoções, embora sua fisionomia não esconda a raiva.
Sente que deve concentrar-se em governar e defender seu reino. Neste momento tão delicado, seu coração deve ficar em segundo plano.
Neste instante de reflexão, Afles entra no salão real.
Afles percebe a dor do príncipe. Sabe que Eive está muito magoado e aborrecido por ter sido abandonado por seu soldado favorito. Sabe que é um sentimento muito forte.
Mas Afles aprendeu a admirar muito a coragem e força de seu príncipe.
Queria que o mesmo mantivesse a cabeça erguida em qualquer circunstância.
Lentamente, o guerreiro mágico aproxima-se do trono, e cuidadosamente pergunta:
- Algo que eu possa ajudar alteza?
- Não Afles. Nada que pudesse aplacar minha fúria neste momento.
Com olhos levemente mais úmidos, Afles desabafa:
- Vossa Alteza! Precisamos ser fortes! Veja. Meu coração está em frangalhos. Eu perdi minha esposa... Em muitos momentos, encontrei-me desesperado. Mas sua força e sua amizade me ajudaram a manter a sanidade. Sei que sofres. Só queria dizer que quero que saiba que estou ao seu lado... Sempre.
Assim que terminou de falar, Afles ajoelhou-se e beijou a ponta da bota do príncipe.
Em seguida, Afles levanta-se um pouco e deita sua cabeça sobre os joelhos de Eive e abraça firmemente as grossas panturrilhas do príncipe, encostando seu peito sobre as fortes pernas reais.
Eive abaixa sua cabeça, encostando-a na de Afles.
Com sua forte mão, o príncipe acaricia o cabelo do soldado e lhe agradece tamanho sentimento, com um beijo na cabeça.
Os demais soldados da sala real permanecem em guarda, sequer se entreolham.
De certa forma, até se emocionam. Pois sabem que o futuro de todo o reino depende daqueles sentimentos tão estranhos e especiais.
- Meu soldado fiel. - Diz o príncipe. - Eu sei que é pedir demais em horas como essa, mas acho que ambos precisamos de um bocado de carinho neste momento...
Eive afasta um pouco a cabeça de Afles de seu corpo.
O príncipe se levanta. Em seguida, abaixa suas calças, expondo suas pernas musculosas e seu pênis tão bem desenhado.
Ele quer ameniza a dor de seu coração sentindo e dando prazer ao guerreiro que ainda lhe demonstra fidelidade absoluta.
Mesmo desajeitado por estar na frente de vários guardas que se encontram na sala do trono, Afles abocanha o saboroso e hipnótico pênis do príncipe, e o suga, na esperança de saciar a fome de carinho que ambos sentiam naquele momento.
Muitos dos soldados ali presentes não conseguem disfarçar o tesão que a cena causa. Alguns começam a acariciar o próprio pau em sinal de aprovação. Mas permanecem em seus lugares. Não ousam participar da cena sem serem convidados.
Sendo o pênis de Eive mágico, Afles não consegue se conter. E suga o falo real com uma fome insaciável. Por alguns instantes, realmente esquece de todos os problemas.
E quando o saboroso leite jorra daquela divina fonte, Afles não desperdiça uma só gota.
Após se vestirem, Afles, tentando disfarçar, ainda meio sem jeito por causa dos guardas reais, mas sabendo a dor que o príncipe sente, pergunta ao príncipe em tom de quem conversa com seu chefe e senhor:
- Alteza. Quer que eu ordene que soldados procurem pelo forasteiro?
- Não, guerreiro.
Eive respira fundo e fala duramente:
- Ekin fez sua escolha, amigo. fala o príncipe, com nítida mágoa na voz.
- Não temos tempo para atender a caprichos de um homem e seu amor platônico. Temos um reino a defender. Não demora muito, os soldados de Henry apontam no horizonte para vingar a morte de Glaxus.
- Tem idéia de quem seja o tal Cavaleiro Azul que assassinou o irmão de Henry? pergunta Afles.
- O que me preocupa, Afles, não é quem seja o Cavaleiro Azul. Diz o príncipe andando de um lado para outro.- Mas as suas intenções... Glaxus deveria ser morto somente em último caso. Deveria ser um trunfo em nossas mãos. Se o tivéssemos vivo, teríamos tempo para nos preparar, e enquanto isso, negociaríamos a liberdade de nosso reino. Com a sua morte, Henry tem a desculpa que queria para invadir nossa parte da ilha e aniquilar todos os ozins.
- Acredita que possa ter sido o próprio Henry que mandou matar o irmão?
- Amigo, não adianta esperar que os estrangeiros com seus valores que chamam de cristãos nos aceitem e nos amem como somos. Para eles somos um bando de pervertidos. Se dependesse da vontade deles, seríamos totalmente aniquilados. Em nome de sua doentia vontade de governar e manipular as pessoas, eles fariam qualquer coisa, inclusive atuar contra suas próprias leis e matar a metade de sua própria população... Se não lutarmos pelo direito de amarmos a quem quisermos em nosso território, não serão eles que o farão.
...
- Mas você sabe que não há somente xenos (estrangeiros) e ozins nesta ilha de Deus... Interrompe Daxat, o mago, que acaba de entrar na sala.
- Como assim?- Pergunta Eive. - Acredita que nefazeus podem estar envolvidos?
- Tudo é possível. - Diz o mago. - Só isso explicaria as flechas mágicas que apagaram o fogo do castelo...
- As flechas que se transformaram em água e apagaram o fogo do alto do castelo? Achei que eram obra sua, mago! Diz o príncipe.
- As Ninfas estão sem poderes mágicos. Os Elfos estão sem poderes mágicos. Que poder teria eu?
- E neste caso, já que todos estão sem mágica, o que o faz pensar que os Nefazeus ainda tenham mágica?
- Vossa Alteza, lembre-se. As fadas, ninfas ou elfos são seres mágicos puros... Magos e bruxas, são homens e mulheres de carne e osso que aprendem a usar a magia que provém das fadas e cerca a Terra. Mas os nefazeus, como sabe, são filhos de seres humanos com seres mágicos. Sua força humana mantém parte dos poderes mágicos da Terra dentro de si...
- Então, isto quer dizer que o Cavaleiro Azul pode ser somente um nefazeu fingindo ser um viking... Pergunta Eive.
- Sim, e isto pode significar que Ekin está em grandes apuros. Diz Daxat.
...
Ekin segue pela densa floresta que fica ao norte do castelo de Eive.
Após sete horas de uma longa caminhada, cansado, o viking faz uma fogueira na margem de um rio, para espantar possíveis animais e insetos.
Diferente da Floresta Morta, entre aquelas árvores havia muito barulho: Piados de pássaros, rugidos estranhos e muitos insetos.
Ekin não avistara nem um sinal ou pegada do Cavaleiro Azul, que parecia ter sumido como mágica.
Encostado num tronco caído, Ekin resolve tirar um cochilo, para guardar forças.
Após alguns minutos, um vulto aproxima-se lentamente do viking, tentando não fazer barulho na relva.
...
O intruso tenta seguir lentamente por entre a relva.
Mas um barulho inesperado de fricção entre peças de metal acorda Ekin de seu cochilo.
O viking arma-se de sua espada e vira-se para o vulto que se aproxima.
O barulho de fricção era o atrito entre as partes metálicas da tão esperada armadura azulada.
Embora desejasse ansiosamente por aquele momento, Ekin não podia ter certeza sobre quem realmente era o homem por debaixo da carapaça azul metálica.
O estranho soldado estava muito bem protegido por uma armadura, mas Ekin era um cavaleiro mágico, de força descomunal, portanto manteve a coragem inabalável.
O viking manteve a espada em posição de ataque e perguntou, com a voz firme e autoritária:
- Quem é você?
O cavaleiro azul parou de caminhar, e imóvel, começou a acenar a cabeça negativamente e num tom relativamente amistoso, proferiu palavras estranhas, incompreensíveis para Ekin.
Por achar aquela voz familiar, os olhos de Ekin encheram-se de lágrimas.
O bárbaro começou a acreditar que o cavaleiro estivesse falando em sueco antigo, a língua de Frystborg, sua terra natal.
Ekin lembrou-se que poderia não mais reconhecer sua língua original, uma vez que elfos o desabilitaram de falar sua língua antiga e lhe obrigaram a falar somente na nova língua ozin.
O coração de Ekin encheu-se de esperança.
Por outro lado, Ekin também sabia que poderia estar sendo enganado. Muitas vezes Eive disse que em Ozen, terra repleta de magia, nada é o que parece ser.
Em momento algum, o bárbaro baixou a espada.
Percebendo que não estava sendo compreendido, o cavaleiro azul não se moveu. Em seguida, estende o braço metálico e movimenta os dedos, como se chamasse por Ekin, fazendo sinal para que Ekin se aproximasse e o acompanhasse.
O coração de Ekin estava mais confuso do que jamais esteve.
Ansiava por jogar-se nos braços do cavaleiro, mas temia o que poderia acontecer se cedesse à sua fraqueza.
Sem sair do lugar, Ekin fez gestos para que o cavaleiro azul compreendesse: fez sinal para que o mesmo tirasse o elmo que cobria sua cabeça. Queria ver o rosto da pessoa com quem falava.
O cavaleiro fez sinal negativo com a cabeça.
Ekin levantou a espada, tomou posição de ataque. E mais uma vez sinalizou que só continuaria a conversar se o cavaleiro tirasse o elmo.
O cavaleiro abaixou a cabeça, suspirou tristemente, abriu as fivelas que prendiam o elmo à sua armadura e tirou a máscara que escondia seu rosto.
Quando o elmo saiu da cabeça do cavaleiro, Ekin ficou pálido de medo.
Estava vendo à si mesmo.
O cavaleiro azul era uma cópia de Ekin.
Continua
E-mail: vilser@gmail.com
Orkut: Comunidade O Bárbaro Ekin
enviada por Vilser
05/06/2006 00:27
EPISÓDIO XIII
O PARADOXO DE EKIN
Os últimos soldados fiéis a Glaxus avistam alguém se aproximar do castelo.
E não era Glaxus.
Seguindo as instruções deixadas pelo seu rei, os soldados iniciam a queima do castelo, ateando fogo a pontos estratégicos.
Em seguida, estes mesmos soldados fogem em direção ao norte.
Estes soldados fugitivos pretendem alcançar o castelo do Rei Henry o quanto antes, para que o mesmo saiba que seu irmão está derrotado e possa planejar sua vingança contra o herdeiro do trono do castelo Gni.
Os demais soldados fiéis a Eive ainda estavam longe.
O príncipe tem somente duas escolhas: ou persegue os fugitivos ou organiza o salvamento do castelo.
E salvar seu povo ainda é prioridade.
Por sorte, muitos homens saudáveis dos vilarejos próximos, percebendo que os soldados de Glaxus abandonaram o castelo, vieram e ajudaram a libertar muitos outros que estavam trancafiados nos calabouços do castelo, salvando muitas vidas.
Mas aos poucos, o fogo crescia.
Os homens se reuniram, e mesmo os que estavam com gripe e febre muito alta ajudaram, todos se empenharam em levantar baldes de água para apagar as chamas.
Muitas partes do castelo foram salvas rapidamente.
Ainda assim, em alguns pontos mais altos do castelo, era muito difícil alcançar o fogo para apagá-lo.
Mas uma espécie de milagre aconteceu.
Incontáveis flechas começaram a cruzar o céu, atingindo as partes mais altas do castelo.
Estas flechas ao entrar em contato com o fogo, desmanchavam-se em água, apagando as chamas.
E muito antes do que se podia prever, o castelo Gni estava salvo.
Muitas partes foram destruídas, mas toda a população sobreviveu praticamente ilesa.
A população não acreditava no que seus olhos viam.
Todos estavam muito felizes por ver que seu príncipe estava vivo e que não os abandonara.
Gritos de felicidade saudavam o retorno do futuro rei.
Em poucos minutos, todos os demais soldados que ajudaram na batalha do vale, liderados por Afles e Norax, os outros dois guerreiros mágicos, também chegaram ao castelo.
Em poucas horas, apesar de toda a dificuldade vivida, o povo do castelo Gni entrava num clima de festa.
...
Todos começaram a beber e festejar.
E aquela comemoração provavelmente duraria dias.
Logo no dia seguinte, o príncipe seria coroado e se tornaria finalmente, Rei dos ozins.
Ekin estava feliz por Eive.
Mas durante a festa de comemoração da vitória, entre um cálice e outro de vinho, os olhos do bárbaro voltavam-se na direção da floresta.
No meio da noite, ele se aproximou da janela e ficou observando o nada.
Daxat, o velho mago, aproxima-se do jovem guerreiro, e lhe pergunta:
- Algum problema forasteiro?
O viking abaixa a cabeça, e prefere não responder.
- Venha rapaz, levá-lo-ei ao seu quarto. Disse Daxat.
No caminho, o velho continuou a dizer:
- Sabe jovem... Todos nós temos nossos sonhos e esperanças. No nosso egoísmo, desejamos que estes sonhos se realizem, pois temos a certeza que eles são o melhor para nós.
- E não são? Perguntou secamente Ekin.
- Nem sempre. Realizar sonhos envolve escolhas. E para que determinado sonho se realize, podemos perder algo que nos é muito importante. E o pior é descobrir, somente quando se perdeu algo muito importante, que este sonho não trouxe a felicidade. Pois nada traz a felicidade eterna.
- Por que me diz isto, velho? Pergunta Ekin, ainda revolto.
- Sinto que perdeu algo lá fora que gostaria de reaver... Estou certo?
- Está. responde cabisbaixo o bárbaro.
- Quer abandonar Ozen? Quer voltar ao seu país?
- Eu gosto daqui. E gosto do modo como vocês agem, como vocês amam. Mas sinto falta de uma pessoa.
- Uma moça? Perguntou o mago.
O bárbaro avermelhou, abaixou a cabeça, irritado, e disse:
- Não.
- Eu entendo. Apenas me responda com toda sinceridade: sabe se este rapaz é mesmo o rapaz que gostaria de rever?
- Não.
- E se for este mesmo o rapaz, será que ele gostaria de vê-lo? Ele deu-lhe sinais de que um dia sentiria sua falta?
Ekin suspirou fundo e com a voz fraca, respondeu:
- Eu não sei.
- Pois bem, rapaz. Apenas pense se vale a pena abandonar um amor certo, ainda que não seja o que sempre acalentou durante toda sua infância, por uma dúvida, uma pessoa que você nem sabe se quer realmente lhe ver...
Ekin entra no quarto indicado pelo mago.
- Sabe rapaz. Ainda que tudo lhe dê certo. Continua Daxat. - Que seja este seu rapaz, e que ele espere ansiosamente por você... O que faria? Voltaria com ele ao seu país e lá, proibidos de se amar, passariam a vida escondidos?
Ekin deita-se, enfia a cabeça na cama e não prossegue a conversa.
O mago retira-se e em lágrimas, o viking dorme.
Naquela noite, ninguém deixava Eive a sós de tanto paparica-lo.
Homens e mulheres o adoravam e teciam elogios à sua força e garra.
Mas o príncipe sentia falta do seu amigo favorito.
Perguntou a Daxat onde Ekin estava.
O mago respondeu que era melhor deixar o viking esfriar a cabeça, e procurá-lo pela manhã.
Assim Eive o fez.
Foi para seus novos aposentos reais e decidiu encontrar-se com o bárbaro depois.
...
No outro dia, logo cedo, Eive correu para o quarto de Ekin, feliz da vida.
Quem sabe fosse o início de uma história completamente nova?
Chegando lá, encontra apenas Daxat, que lhe entrega um bilhete.
Amigo Eive.
Gosto muito de você. Mas sinto que preciso tentar encontrar Ian... Vê-lo nem que seja pela última vez. Sabes que lhe admiro e que lhe terei gratidão eterna por ter me salvo a vida. Sempre poderá contar comigo. Mas neste exato momento é preciso encarar meu destino.
Com carinho,
Ekin.
Eive nada fala.
E nem deixa seu rosto demonstrar emoções.
Somente uma lágrima solitária desce pelo seu rosto.
Continua
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28/05/2006 19:22
EPISÓDIO XII
O MISTERIOSO CAVALEIRO AZUL
Acuado, Glaxus não demonstra qualquer intimidação.
Saca sua espada e avança em direção ao cavaleiro de armadura azul, disposto a matá-lo.
O cavaleiro de armadura azul permanece imóvel.
Quando Glaxus está muito próximo, o cavaleiro azul lança sua espada ao chão.
Ao atingir o solo, a espada entra em combustão, como se explodisse.
O cavalo de Glaxus assusta-se com a explosão. Pára, relincha e empina.
Glaxus cai.
Seu cavalo foge, sem rumo.
O rei consegue se levantar em tempo hábil... E ainda tem a sua espada.
Como se aquela ação fosse premeditada, o cavaleiro azul desce de seu cavalo, e com sua espada na mão, aproxima-se de Glaxus.
Os dois começam a lutar com suas espadas.
Eive e Ekin aproximam-se a ponto de poder visualizar a cena.
Ekin pergunta ao príncipe:
- Quem é o cavaleiro de tão estranha vestimenta azul?
Eive olha com cara de espanto e responde:
- Sei tanto sobre este guerreiro quanto você...
- Pode ser uma armadilha. Diz Ekin. Vamos atacar sem questionar.
- Certo.
Os dois aproximam-se mais, trotando sobre seus cavalos.
Eis que de repente, num movimento estranho, o cavaleiro gira sobre suas pernas e de costas atinge Glaxus, arremessando a espada do rei para muito longe.
Ekin perde o controle sobre seu cavalo, e o mesmo pára de correr.
Eive à frente, percebe que Ekin pára.
O príncipe freia o cavalo bruscamente, retorna para perto de Ekin e pergunta:
- O que houve, Ekin?
- É o Stradjäd!
- O quê?
- Stradjäd! Um golpe calculado e treinado somente pelos Vikings da minha cidade, Frystborg. Aquele cavaleiro é um viking! E é de Frystborg, minha cidade!
Eive e Ekin, ambos de olhares perplexos, permaneceram ali, parados, observando a cena.
E antes que os dois conseguissem pensar em avançar, a espada do cavaleiro azul atravessa o corpo de Glaxus, e este cai, despencando rio abaixo. Seu corpo é levado pela correnteza...
Ekin avança velozmente sobre seu cavalo, pretende descobrir quem é o cavaleiro que acabara de assassinar a Glaxus.
O cavaleiro azul percebe que dois cavalos se aproximam.
Como se encontra desarmado, numa velocidade impressionante sobe sobre seu cavalo e foge. Não em direção da ponte que leva ao castelo, mas em direção a uma densa floresta localizada bem ao norte dali.
Ekin muda a direção. Quer alcançar o cavaleiro azul a qualquer custo.
Eive grita:
- Ekin! Volte!
Ekin não quer obedecer, segue galopando em direção ao cavaleiro misterioso.
Mas o cavaleiro azul some entre as árvores da densa floresta.
- Ekin! Meu reino está em perigo! Grita Eive, desesperado em imaginar que Ekin possa ir embora.
Extremamente irritado e de cabeça baixa, Ekin diminui a velocidade.
- Homem! Eu preciso salvar meu povo, antes que os soldados de Glaxus coloquem fogo no castelo! O príncipe pede, angustiado.
- Eive! Aquele pode ser alguém da minha vila! Um soldado que eu conheço! Pode ser Ian!
Ao ouvir Ekin pronunciar o nome de seu mestre com tantas saudades, Eive sente uma pontada triste em seu coração.
Sua voz sai embargada, tentando disfarçar a dor:
- Ekin, ele está bem! Você pode procurar por ele depois... Dificilmente ele partirá de Ozen. Mas eu... Eu preciso de você...
- Precisa de mim? Glaxus está morto!
- Mas... Por alguns segundos, Eive não sabe o que dizer... Teme confessar que ama o forasteiro.
- Mas o quê? Pergunta Ekin, irritado por estar perdendo aquele que poderia ser Ian.
- Os soldados de Glaxus querem atear fogo ao meu castelo! Eive completa. Você precisa me ajudar a salva-los! Somos os guerreiros mágicos, lembra-se?
Ekin espreme seus próprios dedos de raiva. Mas cede, e segue Eive para juntos, tentar salvar o castelo, antes que seja tarde.
Continua...
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21/05/2006 14:55
EPISÓDIO XI
DRATTILA, O QUINTO GUERREIRO?
O exército de Glaxus não conseguia compreender que força era aquela, que poder era aquele que se aproximava.
Mesmo o exército do Príncipe Eive, que articulara o ataque, estava impressionado com a aproximação dos quatro cavaleiros mágicos: o Príncipe Eive, Ekin, Afles e Norax.
Com poucos golpes, soldados inimigos eram arremessados para longe pelas armas dos cavaleiros mágicos.
A batalha tornara-se nitidamente injusta para os inimigos.
- Soltem suas armas, estrangeiros! Rendam-se! - Gritava o príncipe Eive para os inimigos.
Assustados com o poder exibido que jamais sonharam existir, a maioria dos soldados do exército de Glaxus arremessava suas armas ao longe, pedindo misericórdia. Outros insistiam em atacar, e neste caso, não havia outra opção senão matá-los.
Quem não se rendesse e permitisse ser amarrado, morria.
A vitória de Eive e seu exército era inevitável.
No outro extremo do vale, Rei Glaxus via seu exército ser nocauteado.
Percebendo que a derrota total era só uma questão de tempo, iniciou seu plano B: Conclamou seus soldados mais próximos e partiram velozmente sobre seus cavalos em direção ao Castelo Gni, o castelo ozin. Pretendia queimar e assassinar toda a população do castelo como último recurso para sair desta história com honra.
Um dos soldados que fora derrotado, um ozin que servia a Glaxus porque o exército ameaçava sua família, denunciou os planos do Rei de atear fogo na população do castelo aos quatro cavaleiros.
Eive pediu para que Afles e Norax ajudassem a vigiar os derrotados e cuidar dos feridos.
O príncipe chamou Ekin, e ambos partiram sobre seus cavalos na tentativa de evitar que Glaxus chegasse ao castelo e consumasse sua vingança.
Mas Glaxus galopava a centenas de metros de vantagem sobre Eive e Ekin.
Por mais que o poder mágico fornecesse força aos cavaleiros, seus cavalos não possuíam poderes especiais.
E, para dificultar, alguns soldados de Glaxus abandonavam o percurso e ficavam para trás com a intenção de atrapalhar a aproximação de Eive e Ekin.
Claro que estes soldados eram mortos como se fossem presas.
Mas a estratégia funcionou: a distância entre os cavaleiros mágicos e Glaxus era maior do que a distância que havia entre Glaxus e o castelo. Dificilmente alguma coisa poderia ser feita.
Para Glaxus, só faltava atravessar uma extensa ponte de madeira sobre o rio Gni, o rio que dava nome ao castelo, para dali a trezentos metros, subir a montanha que dava acesso a este mesmo castelo.
...
No vale que fora campo de batalha, com todos os inimigos mortos ou imobilizados, a população ozin comemorava. Bebiam e festejavam serenamente, para manter os inimigos sob seus olhos.
Alguns soldados, liderados pelo mago Daxat, voltaram para a caverna para buscar o restante da população que lá ficara sob abrigo. Outros, liderados por Afles, seguiram na direção de Ekin e Eive para tentar apagar o fogo do castelo, caso o príncipe não conseguisse chegar a tempo, e salvar quem fosse possível.
Outros ainda, ficaram sob a liderança de Norax para cuidar dos derrotados.
Drattila, o antigo chefe do exército do rei Eibe, estava maravilhado com o poder e os recursos que os quatro cavaleiros exibiram na batalha.
Era certo que precisava tornar-se um deles.
Sabendo que Norax era nitidamente heterossexual, já que antes de ser convocado para tornar-se guerreiro mágico transara somente com mulheres, Drattila ofereceu um presente ao guerreiro.
Disse aos seus ouvidos, que preparara uma moça de sua família, virgem, para que o mesmo pudesse servir-se sexualmente desta naquela tarde, em comemoração à vitória do exército de Eive.
Afles, ao tentar transar com sua esposa, percebeu que depois de se tornar um guerreiro mágico, só sentia tesão por homens.
Como Norax não havia tentado experimentar mulher alguma depois de transar com os outros três guerreiros mágicos, não titubeou em aceitar a oferta de Drattila. Comer uma garota de uma família importante de Ozen poderia limpar sua barra com as outras garotas, já que muitos o viram ser usado sexualmente pelo outros guerreiros.
Drattila serviu boas doses de vinho a Norax, que após colocar soldados de confiança para vigiar os prisioneiros de guerra, seguiu com Drattila para uma mata fechada um pouco distante dali.
- Onde ela está? A moça virgem? Perguntou Norax nitidamente bêbado. Drattila colocara um reforçador para deixar Norax mais bêbado que o normal, mas consciente o suficiente para transar...
- Calma, senhor! Pedi para que ela aguardasse aqui... Mas olhe, ela é uma moça tímida e muito conhecida. Por isso, ela quer que o senhor fique de olhos vendados durante o ato...
- Isso está muito estranho.
- Confie em mim, senhor.
Drattilla vendou os olhos de Norax e afastou-se um pouco, para banhar-se num rio ali ao lado.
Perfumou-se com cheiro de ervas e flores como faziam as mulheres do vilarejo.
Nu, aproximou-se de Norax.
Norax estava sentado, apoiado numa árvore.
De olhos vendados, permitiu ser tocado por luvas que Drattila usava nas mãos para disfarçar seus dedos grossos e calejados por batalhas.
Drattila baixou um pouco as calças de Norax e visualizou o pau do guerreiro que já estava latejante, e babando por sexo.
O pau era grande, e grosso, cheio de veias...
Mas Drattila não se conteve, sua fome de poder era maior do que o desejo que não sentia por outra pessoa do mesmo sexo. Tratou de chupar o pau de Norax como se fosse a mais delicada das fêmeas.
Mas Norax não era idiota e não iria correr o risco de ser atraiçoado por Drattila, quiçá assassinado. Havia levantado um pouco a venda e observava espantado um dos homens mais respeitados e temidos do reino, casado e pai de vários filhos a mamar com gosto sua rola, como se fosse uma puta de bar barato.
Ser o macho de um homem que sempre fora muito respeitado pela sociedade era muito interessante...
Drattila chupava, tomando o cuidado de não desperdiçar uma só gota de saliva ou de baba de pau. Engoliria tudo que aquele pau abençoado poderia oferecer.
Foi quando Norax interveio:
- Sei que és virgem, nobre donzela! E para que mantenha esta virtude, peço que me ofereça seu ânus para que possa consumar minha luxúria sem desrespeitar-te.
Drattila, crente que estava a enganar Norax, feliz da vida, posicionou-se agachado, de costas para Norax e com as mãos foi conduzindo o pau do Guerreiro Mágico para dentro de si.
O pau era grande e grosso, e seu cu oferecia resistência, até por causa da posição de Drattila.
- Calma donzela, deixe-me facilitar seu serviço... Disse Norax, encharcando a mão com cuspe e espalhando sobre seu pau e dentro do cu de Drattila, com seus dedos.
Apesar da dificuldade, o pau de Norax invadia gradativamente as entranhas de Drattila, que nunca imaginara que algo do tipo pudesse ser tão dolorido e tão prazeroso ao mesmo tempo...
- Vai donzelinha, faz o papai feliz... Cavalga no meu pau.
Drattila começou a fazer movimentos de sobe e desce... E o imenso pau começou a se acomodar melhor.
Ter o cuzinho virgem invadido daquela forma era um tanto desconfortável para um homem que realmente gostava de mulheres, mas Drattila foi habituando-se e em nome do poder, para ele, tudo era válido...
Rebolava feliz da vida em cima daquela pica, mais pelo prazer de saber que chegaria mais perto de tornar-se um guerreiro mágico, do que pela fantástica sensação de ter um pau dentro de si pode proporcionar...
Logo Norax goza... E Drattila sente suas entranhas serem inundadas a cada vez que aquele volume dentro de si lateja.
Sente um comichão percorrer suas veias...
Dera um grande passo na tentativa de alcançar sua meta de se tornar um dos guerreiros mágicos.
...
Glaxus galopava e olhava para trás.
Viu que todos seus soldados auxiliares foram abatidos ou assassinados em confronto.
Mas agora lhe faltava só atravessar a ponte e chegar ao castelo.
Eive e Ekin nunca o alcançariam.
Mas entre Glaxus e a ponte surge uma figura misteriosa.
Sobre um cavalo, surge um enorme cavaleiro, muito forte, que usa uma brilhante armadura metálica azul, nunca vista ou imaginada por Glaxus (ou qualquer outra pessoa do reino).
Este cavaleiro desembainha sua espada e corre à frente do rei, bloqueando o acesso à ponte.
Nitidamente, ele não é aliado do rei.
Glaxus está encurralado.
Continua
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enviada por Vilser
07/05/2006 14:40
EPISÓDIO X
A BATALHA PELO CASTELO DE GLAXUS
No castelo de Glaxus as coisas não iam bem...
Os invasores que habitavam a ilha, lá moravam a muitas gerações.
Ninguém que habitava Ozen, mesmo os descendentes de estrangeiros, conhecia o clima rude do inverno europeu que estava invadindo a ilha.
No máximo, alguns até ouviram falar, mas somente de histórias sobre seus antepassados. Pois do mesmo modo que era difícil entrar na ilha, também era difícil sair dela.
Mas a eterna primavera teve fim.
A tempestade varreu o bom clima e despreparados para uma mudança climática tão rápida e severa, boa parte da população, inclusive os soldados, adoeceu.
E por ser um povo extremamente pacífico e protegidos pelos Elfos, os Ozins, habitantes mais antigos de Ozen criaram um castelo que não fora projetado para defender-se de grandes guerras, invasões ou tempestades.
O exército de Eibe servia somente para manter a ordem e a lei entre os Ozins.
Por isso foi fácil para Glaxus e o exército de Henry, provenientes de uma Europa habituada a guerras, mesmo com poucos soldados, derrubar o pai de Eive do trono e o assassinar.
Após a morte do Rei Eibe, Glaxus começou obras de reforma no castelo para torná-lo mais forte, seguro e resistente.
Mas Glaxus não conseguiu concluí-las.
A tempestade derrubou torres do castelo e muitos vilarejos ao seu redor foram destruídos.
Animais de criação morreram e plantações foram arruinadas.
A população estava fragilizada e desesperada.
O exército conseguiu manter a ordem somente através de muita violência, mortes e pancadaria.
E, para desgosto do Rei, soldados fiéis à Glaxus que ainda procuravam pelo corpo de Eive, o encontraram bem vivo, junto a um exército de quinhentas pessoas avançando em direção ao castelo.
Assim que foi avisado, Glaxus não sabia se seria prudente permanecer e fechar as portas de um castelo que já demonstrara ser tão vulnerável.
Preparou cavalos e cavaleiros para sua filha e os mandou em direção do castelo de Henry, seu irmão do Leste, para que ela não pudesse ser atingida pela guerra.
Glaxus ordenou ainda que alguns soldados permanecessem no castelo e ateassem fogo a tudo e a todos, caso perdesse a batalha.
A população ozin, fraca e doente, só pôde aguardar por seu destino.
Em poucas horas, Glaxus organizou seu exército, e mesmo com muitos soldados gripados e fragilizados pelas dores e febres desconhecidos para a maioria deles, seguiu na direção de Eive.
...
Quando o dia estava pela metade, os exércitos de encontram num vale.
Eive e Ekin planejaram o local.
Na outra borda do vale, estava Glaxus e seu exército.
Um grande silêncio pairava sobre o vale.
Eive gritou, e por causa da sua posição estratégica, sua voz ecoou entre as montanhas, e Glaxus pôde ouvir claramente:
- Estrangeiros, abandonem o Castelo Gni e retornem à sua parte da ilha, deixem os ozins em paz para viver a sua vida.
E coube a um soldado de Glaxus subir ao topo de uma das montanhas e gritar:
- Você não manda em nós, se quer o castelo terá que vir buscar!
Poucos minutos depois, ouve-se uma corneta.
E um bloco de soldados do príncipe avançou, descendo o vale, com escudos a postos.
Os arqueiros de Glaxus posicionaram-se entre as montanhas e prepararam-se para alvejar o exército ozin.
Mas a chuva tornou o piso das montanhas escorregadio, e as montanhas tornaram-se verdadeiras armadilhas de lama e pedra.
Muitos soldados caíram das montanhas que formavam abismos, denunciando as posições que arquitetavam tomar.
Os arqueiros de Eive alvejavam os arredores.
E muitos mais soldados arqueiros de Glaxus foram atingidos nas montanhas e caíram.
Desesperado por não ter posições para alvejar flechas, Glaxus mandou seu exército em direção ao de Eive.
Muitos caíram alvejados por flechas.
Mas muitos ainda estavam em pé, agüentando e avançando em direção do príncipe em nome do que acreditavam.
O encontro e o corpo a corpo foi forte e sangrento.
Infelizmente, alguns soldados do exército de Eive, que ainda não estavam preparados o suficiente, capitularam aos soldados mais experientes de Glaxus.
O número de baixas estava aumentando dos dois lados, mas os soldados de Eive conseguiam posicionar os soldados de Glaxus onde eles queriam, no centro do vale.
Assim que todo o palco de guerra estava localizado no centro do vale, quatro luzes flamejantes, mais reluzentes que o brilho do Sol abria espaço por entre a neblina.
Eram quatro clavas inflamadas, que flamejavam um brilho meio amarelado, meio azulado, que parecia ser o mais puro fogo.
Estas armas estavam nas mãos dos Quatro Guerreiros Mágicos, que, sobre seus cavalos, avançavam com toda a sua fúria em direção ao campo de batalha.
Continua
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enviada por Vilser
30/04/2006 02:32
Aos poucos, novas imagens estão sendo postadas em todos os capítulos.
Escrevam algum comentário ou e-mail dizendo o que acham...
Se não eu faço greve deste blog de novo, eh, eh...
E aí, capítulo novo só em Agosto, hein?
EPISÓDIO IX
A TEMPESTADE DESTRÓI A FLORESTA MORTA
Após gozar, satisfeito como nunca sentira naquela ilha, Ekin deita-se sobre o corpo de Eive e começa a acariciar seu cabelo. Uma tentativa de amenizar a brutalidade com a qual meteu em Eive, esfolando seu rabo.
Eive empurra Ekin de cima de si, levanta-se e começa a se vestir.
- Vamos Ekin, pode ser tarde demais, precisamos nos encontrar com os outros guerreiros.
- Por quê? O que está acontecendo?
- No caminho eu te explico.
Assim, Ekin também se vestiu, e ambos seguiram em direção ao galpão do exército.
No caminho, Eive explicou ao bárbaro que a tempestade que antes protegia a ilha de invasores, varreria o clima ameno de Ozen, transformando-a numa ilha inóspita como qualquer outra ao norte da Europa.
Ekin lembrou-se da tempestade que destruíra seu barco e provavelmente matara Ian, Bern e toda a tripulação do barco viking. Se era aquela a tempestade de forças sobrenaturais que protegia a ilha, assim que ela avançasse em terra, pouco restaria daquele vilarejo frágil onde se escondiam.
Ekin viu a tempestade, e por isso orientou ao príncipe que todos da cidade fossem retirados de suas casas e procurassem uma caverna, pois a força da chuva seria destruidora.
Assim foi feito.
Por sorte, como todos estavam preparados para a batalha, todos os armamentos já estavam reservados. Os demais habitantes: mulheres, crianças e idosos carregaram consigo somente o necessário, e trancaram seus casebres, tudo numa correria nunca vista por aquele povo.
...
E no local onde a tempestade já chegara, Eliant obrigava seu cavalo a galopar numa velocidade a qual o animal não estava acostumado.
Mas em pouco tempo, as nuvens negras da tempestade cobriram a lua cheia.
E a visão de Eliant nada mais podia enxergar.
Assustada, desceu do cavalo, tateou, procurando uma árvore, e assim que encontrou uma, amarrou seu cavalo.
Ouviu um barulho que não conhecera em toda a sua existência: Um trovão.
Seu coração batia num ritmo jamais sentido.
Agarrou-se ao cavalo. Desesperada, chorando, Eliant ouviu o vento forte sacolejar as árvores num barulho ensurdecedor e ouviu o inédito som das primeiras gotas de chuva de uma tempestade nunca vista.
A chuva começou a cair violentamente ali o leste da ilha de Ozen.
Eliant ouvia árvores sendo arrancadas, pela raiz, com a força dos ventos, que as dilacerava e derrubava-as como a dominós.
Nada via.
Sentou-se e pediu perdão aos Elfos. Arrependeu-se de tentar voltar-se contra eles.
...
Afles, antes de juntar-se aos demais guerreiros e quase toda a população do vilarejo, procurou por sua esposa e seu cavalo. Entrou em desespero quando não os encontrou.
Procurou por Daxat, o mago que lhe disse:
- Eliant procurou por seu próprio destino. Só lhe acontecerá o que lhe for reservado.
Inconsolável, Afles sentou e chorou.
...
Eive e Ekin conseguiram encontrar uma pedra para tapar a pequena entrada da gigantesca caverna onde couberam aproximadamente quinhentas pessoas.
Daxat orientou a todos que tentassem relaxar, e se movessem e respirassem o mínimo possível para não gastar o ar que lá dentro havia.
Lá fora, a tempestade e seus furacões a tudo destruíam, sem piedade.
Algumas horas depois, não se ouve mais barulho.
Eive e Ekin são os primeiros a sair.
É dia.
Mas, pela primeira vez, os habitantes de Ozen não vêem o céu azul.
Uma densa neblina branca cobre tudo.
A Floresta Morta está mais morta do que nunca.
Algumas árvores estão em pé, mas a maioria foi arrancada ou derrubada.
Dos casebres do vilarejo, restaram um ou dois em pé. A maioria teve suas paredes derrubadas pela força da chuva.
Fazia frio.
Os habitantes não conheciam aquele frio.
Ekin orientou que se fizessem roupas com lã e couro de animais que morreram durante a tempestade.
De frio ele entendia. Ele era escandinavo.
Numa velocidade inimaginável, roupas foram tecidas até o raiar do segundo dia.
Neste meio tempo, Drattila tentava embebedar Norax. Mas os quatro guerreiros estavam sempre próximos, e ninguém se aproximava deles. Até porque, precisavam consolar Afles. Sua esposa provavelmente fora morta pela tempestade.
Com roupas prontas, espadas e lanças afiadas, cavalos a postos, comida separada e mais nada a perder, o exército de Eive hasteia a bandeira do Reino Antigo de Ozen, e segue em direção do castelo de Glaxus.
Continua
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enviada por Vilser
23/04/2006 03:43
EPISÓDIO VIII
O CHEFE DA GUARDA DO EXÉRCITO DE OZEN
Seguindo a ordem de Afles, todos os soldados se reúnem no saguão do exército.
Dentre eles, havia um soldado muito incomodado com os destinos de todos naquele vilarejo.
Seu nome era Drattila.
Drattila não era um soldado qualquer.
Há até pouco tempo atrás, ele era o chefe do exército do Rei Eibe, pai de Eive.
Porém, sua importância e respeito entre os soldados diminuíram muito desde que se anunciou que Cinco Guerreiros Mágicos seriam escolhidos, e que somente eles, com seus poderes sobrenaturais seriam capazes de salvar Ozen das mãos dos invasores estrangeiros.
Dratilla sentia-se fora das principais decisões estratégicas do futuro reino de Eive.
Queria ter sua cota de poder novamente.
Decidiu que a qualquer custo, ele seria o quinto guerreiro.
E ele sabia que só havia uma maneira de tornar-se um deles.
Assim como aconteceu com os demais Guerreiros Mágicos, ele deveria ser procurado pela semente, ou seja, ter o esperma dos cinco guerreiros dentro dele.
Embora fosse heterossexual, Dratilla jamais desperdiçaria a chance de ser parte de uma elite dentro de Ozen.
Ali naquela noite, naquela reunião, resolveu colocar seu plano em prática...
Procurou Norax, o quarto guerreiro, e resolveu oferecer-lhe uma cerveja.
...
No quarto de Ekin, Eive tira a roupa.
- E então Ekin, não vai ficar nu para que possamos consumar sua vingança?
Ekin levanta-se da cama.
Abre suas calças, mas não as abaixa...
Eive, completamente nu, aproxima-se dele e diz, balançando seu pau com a mão:
- Não desejas mais a meu falo, forasteiro?
A ereção de Eive e o cheiro de seu pênis, mais uma vez hipnotizam Ekin.
O viking agacha, e de joelhos, cai de boca no pau do amigo.
O Príncipe segura firme a cabeça do bárbaro com as mãos, e anda devagar para trás, de costas, puxando a cabeça de Ekin, para que a boca não saia do pinto. Senta-se na cama.
Ekin não para de sugar o falo de Eive, não deixa escorrer nem a saliva de sua própria boca, para sentir melhor o sabor daquele membro tão único.
O príncipe continua a se posicionar melhor, deita suas costas na cama, e virando-se um pouco de lado, coloca também as grossas e fortes pernas sobre a cama, até estar completamente deitado. Sempre pressionando a cabeça do viking para junto de seu membro.
Deitado, Eive começa a movimentar a cabeça de Ekin em movimentos de vai e vem contra seu pinto, tentando fazer um movimento de cópula com a boca do bárbaro, com a intenção de inundar mais uma vez a boca de Ekin com seu leite.
Mas Ekin agarra as mãos do príncipe. E as afasta de sua cabeça.
O viking tira a boca do saboroso pênis de Eive, dizendo:
- Não, vossa alteza. Hoje é a sua vez de se alimentar de meu esperma.
Eive fecha a cara, incomodado, torce os lábios como quem diz: Até parece...
Ekin levanta-se e num golpe rápido e certeiro, vira Eive de bruços.
Eive permite por achar que aquilo não aconteceria.
Seu esperma era nutritivo e hipnótico. Todos que sentiam seu cheiro sentiam vontade de sorvê-lo.
Levemente, o príncipe apóia as mãos sobre a cama, como quem quer levantar-se, não permitiria ser penetrado novamente. Posiciona as pernas para erguer-se...
Com suas mãos grandes e fortes, Ekin segura firme cada parte das nádegas de Eive, uma com cada mão, afastando-as e expondo um magnífico botãozinho rosado, e diz:
- Você me deve esta, alteza!
Eive suspira fundo, indignado e contrariado.
Apesar da forte dor que ainda sente em seu rabo, resolve aceitar a consumação do ato.
Sente que realmente deve isto ao amigo.
Deita-se meio de lado e abre suas pernas musculosas, expondo seu ânus recém usado por Afles.
Ekin pressiona seu nariz no orifício de Eive.
Dá para sentir o cheiro da porra de Afles ali dentro.
- Se este rabo agüenta um pau daqueles... Agüenta outro em seguida... Deixe-me ver o estrago que Afles fez aqui... Diz Ekin, com a voz embargada.
Ekin cospe em seu dedo, deixando-o bem molhado, e massageia o orifício de Eive, procura sentir se ainda há vestígio de esperma ali dentro...
O príncipe agüenta firme... Geme muito baixo, com uma voz muito grossa. Seu ânus ainda está levemente dolorido, não era acostumado a levar rola...
Ekin posiciona a cabeça rosada de seu imenso e bem desenhado pênis bem na saída do botãozinho de Eive, e avisa:
- É, vossa alteza. Agora eu vou poder dizer que estou em pé de igualdade com Afles. Sendo eu, um estrangeiro que se tornou seu fiel escudeiro, e bebido tanto do seu leite, eu vou ter que fazer um estrago maior ainda neste anelzinho que o nosso amigo.
- Pô Ekin, isso não é justo, cara! Disse Eive.
Ekin não respondeu.
Seu pênis latejava, estava extremamente lubrificado de tanta excitação, entrou rasgando as entranhas de Eive, sem piedade.
Eive quase saltou da cama com a dor.
Mas Ekin encaixou-se de tal maneira em Eive, cravando suas mãos embaixo dos peitos e segurando os ombros de Eive, que o príncipe não conseguiu escapar.
Evitou gritar de dor, e agüentou, com honra, as investidas do bárbaro contra seu ânus.
Deitado e bem encaixado em Eive, Ekin metia sem dó algum. O príncipe tentava amenizar a dor, tentava segurar o corpo de Ekin com suas mãos fortes.
Mas nada poderia amenizar a luxuria e a libido de Ekin.
Alucinado de prazer, Ekin mordia as costas e os braços de Eive.
Mudava de posição o tempo todo. Às vezes encaixava-se sobre o príncipe, às vezes erguia bem seu tronco, e ajoelhava-se sobre suas pernas, para ver seu imenso pênis desaparecer por completo dentro do rabo de seu amigo.
A dor de estar com o rabo sendo arrombado pela segunda vez em poucos minutos, fazia os olhos de Eive encherem-se de lágrimas. Mas dar prazer ao bárbaro era o mínimo que ele poderia fazer depois de esvaziar tantas vezes seu esperma dentro do bárbaro.
E Eive sabia que Ekin também fora penetrado por Afles exatamente para ajudar o príncipe a reconquistar seu reino.
O príncipe decidiu relaxar para amenizar a situação e começou a apertar as nádegas, uma contra a outra, isso aumentava a pressão contra o pinto de Ekin.
Com esta sensação muito mais prazerosa, Ekin rebolava para remexer seu pau dentro do rabo do príncipe e sentir melhor as mordidas.
Ah meu amigo gritava Ekin, com a voz ofegante - Agora eu posso dizer que és meu príncipe. Também é meu.
Ekin segurou Eive pelos cabelos, e a cada esporrada dava uma estocada com força dentro do príncipe.
A pressão em seu rabo, aliado à pressão que o corpo de Ekin lhe fazia contra a cama, pressionando seu pinto, fez com que Eive gozasse quase junto com Ekin.
E ao gozar, Eive aumentava a pressão contra o pinto de Ekin, pois seu ânus apertava severamente a cada esporrada.
E Ekin gozou como nunca imaginou que fosse possível.
Em seguida, o bárbaro observa atentamente e apalpa o corpo forte e masculino que acabara de inundar e dilacerar as pregas. Sentia-se vingado.
Continua
Ekin está no Orkut! Entre na comunidade O Bárbaro Ekin, mesmo que seja com um perfil falso, eh, eh...
Dúvidas sobre a história? Deixe comentário, ou escreva para vilser@gmail.com
enviada por Vilser
21/04/2006 17:36
Eu gostaria de agradecer ao leitor Guilherme pelo comentário, e acho que ao responder às dúvidas dele, respondo a de muitas outras pessoas.
Ele achou que capítulos mais curtos são mais chatos, já que não tem a mesma quantidade de emoção e sexo de antes.
Guilherme, como eu disse, os capítulos curtos são para ir quebrando o galho, até os capítulos serem postados juntos com
o Portal GLX.
Você já sabe quem será o quinto guerreiro?
Já, e pode ter certeza que a história do quinto guerreiro vai ser muito interessante, e que vai surpreender muita gente...
Ekin já tem um final criado, ou será uma espécie de seriado com várias temporadas?
O final de Ekin já está criado e os destinos de todos os personagens já estão traçados. O tamanho da história e dos detalhes, vai depender da audiência e do interesse dos leitores.
Você bem que poderia colocar imagens para deixar a leitura mais interessante.
Eu gostaria muito. Escrevo Ekin porque textos dá para se escrever um pouco no serviço, um pouco em casa, e por aí vai. Mas para desenhar eu preciso de tempo e dedicação.
Como Ekin não me rende grana, e desenhar dá muito trabalho, eu vou colocando as imagens conforme for possível.
Dúvidas? Deixe comentário, ou escreva para: vilser@gmail.com
enviada por Vilser
17/04/2006 11:50
EPISÓDIO VII
A RECLUSÃO DOS ELFOS
Ekin sentia-se traído por Eive.
Aquele sentimento, aquela certa dor, lhe incomodava muito. Mas não compreendia bem que espécie de sentimento poderia ser aquele. Passara toda a sua vida a aprender como ser um grande guerreiro, casar e ter filhos.
Como seria possível ter um sentimento de posse sobre outro homem daquela maneira?
Sentira aquilo por Ian, seu mestre, e agora também pelo Príncipe daquela ilhota maluca.
Ekin acreditou que Afles não tinha o direito de ser o primeiro a possuir Eive.
O bárbaro sentia que Eive lhe devia algo, que Eive lhe devia sexo.
Nosso jovem escandinavo estava irritado e confuso.
Retirou-se do quarto do Príncipe, onde vira a cena de sexo, e seguiu rumo ao seu quarto, trancando a porta.
Eive tinha uma razão para servir sexualmente a Afles, para ser dominado e penetrado daquela maneira, mas ainda não poderia revelar qual era essa razão.
Mas não previu que o jovem forasteiro reagiria daquela forma.
Eive sentiu que havia algo errado com Ekin, levantou-se e queria explicar ao viking seus motivos, amenizar as dores que provavelmente fazia o jovem sentir.
Mas foi retido por Daxat, o velho mago.
- Vossa alteza precisa conter-se agora, o que tenho a lhe falar é mais importante do que ciúmes entre machos de ego arranhado.
Contrariado, Eive suspira fundo, irritado, mas dá ouvidos ao ancião.
- Qual o problema agora, Daxat?
- Os Elfos. Estão fracos demais. Glaxus e Henry aboliram e proibiram todos os rituais de invocação e fortalecimento, em nome da nova fé cristã. Por isso, os seres mágicos estão fracos demais pra proteger e aquecer a ilha de Ozen das intempéries do clima europeu. Os Elfos utilizaram o resto de suas forças na criação dos Cinco Guerreiros, que agora são sua última esperança de sobrevivência.
- Então não poderão mais aquecer a Ilha de Ozen?
- Não. Sabes que nossa ilha é localizada muito ao norte da Inglaterra. E a magia dos Elfos nos dava um clima ameno, quase tropical. Mas, com a diminuição drástica de seus poderes, estamos condenados a fazer esta guerra num clima muito mais frio e hostil do que estávamos habituados. As fortes tempestades que ocorriam no mar, nos protegendo da invasão de outros barcos, agora se dirigem à nossa ilha, e varrerão o calor que ainda existe em Ozen.
- E o que podemos fazer, mago?
- Avisar nossos exércitos, e nos preparar. Pois esta guerra será muito mais difícil do que prevíamos...
Eive olhou para trás, e viu Afles, ainda se recompondo de sua fenomenal gozada com um sorriso bobo na cara. E ordenou:
- Afles, já sabe o que fazer! Reúna os soldados e me encontre no saguão do exército!
Eive voltou-se para o mago e sentindo uma nítida dúvida do que fazer primeiro, falou:
- Daxat...
- Agora que está mais bem preparado para enfrentar nosso destino, saberás o que fazer com o forasteiro.
E Eive segue para o quarto de Ekin com seus passos duros e firmes, como quem não deve satisfação alguma, mas falará por ser necessário. Pretende dar uma lição ao viking para não ser tão infantil, nem se sentir no direito de comandar a vida sexual do futuro rei de Ozen.
Tenta abrir a porta, mas percebe que a mesma está trancada.
- Ekin, abra esta porta, agora!
Ekin pensa consigo:
Ora bolas, quem este palhaço pensa que é? Só porque eu resolvi fazer o favor de ajudá-lo nesta guerra imbecil, isso não lhe dá o direito de mandar em mim, eu não sou um de seus súditos retardados!
Ekin abre a porta, furioso, como quem vai esmurrar o príncipe.
O príncipe entra nervoso, e com sua força e seus músculos fenomenais, joga Ekin sobre a cama, quase a quebrando.
- Já que o que quer é meu corpo, forasteiro, você o terá! Mas, aviso! Não pense que sou propriedade sua! Tenho um povo a zelar e não posso ficar atendendo a caprichos de forasteiros conforme sua bel-vontade!
...
Fora dali, correndo sobre o cavalo, atravessando a Floresta Morta numa velocidade que nunca experimentara, Eliant, esposa de Afles, segue rumo ao castelo de Glaxus, disposta a se vingar e acabar com os planos do príncipe Eive. Seu caminho era iluminado pela lua cheia.
A lua sempre brilhou em Ozen, fosse verão ou inverno. A ilha nunca vira neve ou temperaturas abaixo de zero. Chuvas aconteciam somente de madrugada, mas nunca causaram enchentes.
Mas este clima de paraíso estava com os dias contados com o enfraquecimento e reclusão dos Elfos.
Eliant estava cega demais para enxergar que uma grande nuvem de tempestade estava se aproximando, trazendo consigo, chuvas, raios e ventos nunca antes vistos em Ozen.
Continua...
E-mail:vilser@gmail.com
enviada por Vilser
12/04/2006 11:08
Ekin no Portal GLX
Gostaria de agradecer aos comentários e à audiência.
Apesar de ter muito sexo, a história de Ekin é muito complexa, e por isso mesmo, a quantidade de fãs que se tornaram fiéis, surpreendeu-me.
Dentro de poucos dias, o jovem guerreiro estreará no site Portal GLX, com um novo episódio a cada quinze dias.
O GLX exibirá a história desde o início, e se eu não postasse mais nada até o GLX publicar o episódio atual, vocês só leriam novos capítulos em Agosto...
Mas não irei deixar os antigos fãs na mão, esperando tanto para ler novos episódios.
Como a quantidade de visitas hoje em dia é alta, uma vez por semana será postado um capítulo pequeno aqui no blog, aos finais de semana.
Os pequenos capítulos serão reunidos, resumidos e enviados ao site GLX, para que muito em breve, os novos episódios possam ser lidos simultaneamente em ambos os sites.
Lukas perguntou:
Aliás, o que aconteceu com o Mestre de Ekin (Ian)? Aquele que veio com ele no navio, morreu mesmo?
Lukas, eu não posso adiantar o destino dos personagens. Isso aqui não é Revista Contigo que conta o final da novela! Eh, eh, eh
Mas posso dizer que ainda haverá muitas surpresas e revelações surpreendentes em relação a todos os personagens! Inclusive sobre Ian e Bern.
Taviu comentou:
Do jeito que está indo, logo, logo, vai te que sair o filme!!
Devido à natureza da história, Taviu, mesmo as gravadoras de filmes pornôs, teriam dificuldade em produzir o filme.
Ray, Thiago e Nefertari
Como vocês viram, agora toda semana terá capítulo novo, mas eles serão bem menores, ao menos até estarem simultâneos com o GLX.
Se alguém quiser perguntar mais alguma coisa, ou gostaria de entender algo sobre a história, sobre Ekin ou os outros personagens, deixe um comentário, ou escreva para:
vilser@gmail.com
enviada por Vilser
02/04/2006 18:11
TEMPORADA 2006
EPISÓDIO VI
A REVOLTA DE ELIANT
Desde que o Príncipe Eive desapareceu, os soldados do Rei Glaxus procuraram por ele na região da Floresta Morta.
Mas, para fúria de Glaxus, cinco semanas se passaram desde o desaparecimento do Príncipe sem que este fosse achado, vivo ou morto.
Glaxus enfurecia-se cada dia mais:
- Incompetentes! Como centenas de soldados não conseguem localizar um homem que muito provavelmente encontra-se moribundo numa floresta onde não se há o que comer.
O general de seu exército, Sir Kirk, ainda tentava acalmar ao seu Rei:
- Vossa majestade bem sabe que após cinco semanas sem se alimentar, o desgraçado já deve ter morrido há tempos!
- Ou seja, mais incompetentes ainda, vocês se demonstram, já que não conseguem localizar um corpo falecido numa floresta tão pequena.
Na verdade, os soldados de Glaxus nunca foram plenamente eficientes, suas procuras nunca alcançaram as entranhas da Floresta Morta, resumindo-se a buscas em torno da praia.
Tinham a certeza de que alguém que se perdesse na Floresta Morta não teria como se alimentar: Todas as árvores eram de folhas venenosas e nenhuma espécie de animal, pássaro ou inseto residia ali. O silêncio da floresta era supremo e assustador.
Embora empenhados em encontrar a Eive ou a camponeses fiéis ao Reino Antigo, os soldados nunca procuravam por muito tempo, e também nunca se afastavam muito do castelo de Glaxus. Temiam se perder num lugar tão inseguro, misterioso e mortal quanto a Floresta Morta.
Temiam também aos Elfos e Ninfas, mas nunca tocaram no assunto, para não serem repreendidos pelo General ou pelo Rei Glaxus.
As missões de busca também falharam por outro motivo: muitos soldados do exército de Glaxus eram soldados do Rei Enroe, que foram incorporados ao novo exército após terem seus líderes mortos pelo exército do invasor.
Isto aconteceu porque Glaxus e seu exército jamais teriam força suficiente para manter a ordem no Reino do Oeste sem um grande número de soldados. Portanto, mataram e oprimiram e obrigaram estes soldados a servirem ao seu novo Rei.
Glaxus sabia que só teria pleno poder sobre seu reino, quando Eive fosse morto e exibido em praça pública.
Mesmo morto, se o corpo de Eive jamais fosse encontrado, muito provavelmente nasceriam lendas a respeito disto. Muitos habitantes do Reino Oeste, que para Glaxus, acreditavam em coisas absurdas, muito provavelmente acreditariam que ele pudesse voltar a qualquer momento, o que geraria resistência de muitos habitantes do Reino Oeste, o que minaria sua soberania no novo país.
Glaxus resolveu então, após muitas semanas de busca em vão, forjar a morte de Eive, para calar uma possível esperança do povo em relação ao retorno do Príncipe, e assim, tornar-se Rei supremo do Reino Oeste.
Mandou matar um camponês qualquer, queimar seu corpo e exibi-lo em praça pública.
E assim foi feito, e uma festa foi preparada pelo exército de Glaxus para comemorar o fato. A festa aconteceria na praça central do castelo.
XXX
Longe dali, no pequeno vilarejo escondido no meio da Floresta Morta, Os guerreiros mágicos de Eive e seu exército faziam os últimos preparativos para invadir o castelo de Glaxus.
Eliant, esposa do guerreiro Afles, receosa de que possa ser a última vez em que vê seu marido, insinua-se sexualmente a ele, para garantir que ao menos os Seres Mágicos a premiem com uma gravidez.
Mas, para sua tristeza, Afles está confuso.
Desde que fora obrigado a transar com o forasteiro Ekin, para introduzir no Viking a semente mágica, não consegue imaginar outra forma tão potente e gratificante de gozar que não seja dentro de um ânus.
E gozar dentro do guerreiro Norax, pouco tempo depois, somente reforçou esta certeza dentro dele...
Afles olhava para Eliant com respeito, ternura, carinho, mas não sentia o mesmo tesão que antes.
Enquanto sua esposa desnudava-se para seu amado, este, observando o frágil corpo e a pele tão macia e tenra de sua esposa, imaginava que o corpo dela não agüentaria sua nova libido, que agora era muito mais furiosa e violenta. Se penetrasse nela como fizera com Norax e Ekin, provavelmente a machucaria gravemente, com seu enorme pênis.
Afles, inclinou seu rosto sobre o de sua esposa, e suavemente falou:
- Eliant, acho que ainda não é hora de termos filhos.
- Mas... Por que não, Afles?
- Meu desejo sexual está descontrolado. Estou muito violento. Sinto que se descarregar esta força dentro de você, lhe farei muito mal. Acredito que enquanto os invasores não forem derrotados, os Elfos manterão esta sobrecarga de poder dentro de mim.
- Mas, e se você morrer? Ficarei sozinha para sempre.
- Não pense desta forma. Nós venceremos. E, mais sereno, voltarei definitivamente para seus braços. Confie em mim.
Eliant pôs-se a chorar.
Afles vestiu-se, e seguiu em direção aos aposentos de Eive.
XXX
Assim que entrou no quarto do Príncipe, o viu sentado numa luxuosa poltrona, enquanto aias lavavam os pés de Eive.
- Vossa Alteza?
- Sim, Sir Afles. A que devo a honra de sua visita?
- É minha esposa. Temo por seu destino, caso fique viúva e sem filhos. Não há nada que possa fazer por ela?
- Ainda que o pior aconteça, Afles, e sejamos derrotados, pedirei para que Daxat, o mago, cuide do bem-estar de sua esposa, e providencie-lhe, caso nenhum de nós sobreviva, uma vida digna e confortável. Sabe que ele poderá prover isto a ela. Confie em mim.
- Confio em Vossa Alteza.
Afles permaneceu ali, parado, observando as moças escaldarem os pés do Príncipe. Não saiu do recinto, embora obtivesse de Eive a promessa que desejava.
Pela primeira vez, Afles começou a reparar como os pés do Príncipe eram belos e como suas pernas eram grossas e fortes.
O guerreiro deixou um pensamento escapar, quase sem querer: "Agora eu sei por que o forasteiro prefere o Príncipe a mim... É muito poder e muita virilidade num mesmo homem".
Notando que Afles não se retirava e tinha em seu semblante um ar febril, Eive o indagou:
- Posso ajudá-lo em mais alguma coisa, nobre guerreiro?
- Alteza... Este novo desejo que sinto... Faz parte dos planos dos Elfos para reconquistarmos o Reino?
- Novo desejo? Sentes desejo de quê, Sir Afles?
Afles abaixa a cabeça e balbucia:
- Não consigo falar na presença de mulheres, Vossa Alteza.
Sinalizando com as mãos, Eive manda as aias se retirarem.
Sozinho com Afles no quarto, o Príncipe pergunta novamente:
- E então, qual é o desejo que sentes? O que tanto o preocupa?
- Não sinto mais desejo por minha esposa, alteza. Só desejo intensamente gozar dentro de homens. É uma força insaciável. Temo que este desejo que, segundo os elfos, foi necessário para salvar o Reino, acabe com meu casamento. E eu gosto muito de Eliant, não queria vê-la sofrendo.
Eive se levanta de sua poltrona, aproxima-se de Afles, segura firme em seu ombro e diz, calmamente, com sua belíssima voz:
- Amigo, eu não sei qual o propósito do elfos... Apenas sei que nós precisamos deles, e eles precisam de nós, para termos o nosso reino de volta. No momento, somos a única arma que eles têm. Quando toda esta guerra acabar, e tivermos nosso reino de volta, talvez seu desejo por homens não seja mais necessário e acabe. Por enquanto, ele deve ser importante, senão os elfos já teriam eliminado isto de dentro de você...
Um calor imenso toma conta de Afles com o toque das fortes mãos de Eive. Tomado por um desejo inexplicável, ele toca as nádegas do Príncipe.
- Permitame que eu lhe possua, Vossa Alteza. Sussurra Afles no ouvido do Rei, louco, embriagado de excitação.
Eive, afasta-se. Faz cara de quem vai explodir de raiva.
Agindo como se estivesse irado ou contrariado, o Príncipe abaixa suas calças, retirando toda e qualquer vestimenta abaixo da cintura.
Em seguida, apóia suas mãos nos braços de sua poltrona e arqueia um pouco as pernas musculosas, deixando suas nádegas empinadas e seu orifício preparado para receber a visita do enorme membro de Afles...
- Sirva-se soldado. diz o Príncipe.
Ansioso e tremendo de tanto tesão, Afles introduz seu pinto em Eive lentamente e com dificuldade.
Mas, assim que enfia tudo, começa a descarregar sua fúria em movimentos que ele tanto temia que machucassem Eliant.
Eive segura os braços da poltrona com muita força.
A violência das investidas de Afles contra o ânus do Príncipe fazem com que a poltrona até saia do lugar arrastando-se sobre o chão...
Afles soca violentamente seu pau dentro de Eive, e geme de prazer.
O guerreiro não conseguia imaginar porque o Príncipe lhe permitira fazer isto. Afles sentia-se o homem mais poderoso do mundo ao meter com tamanha força dentro do futuro Rei, a quem ele jurou lealdade e obediência. Era a sensação mais fantástica sobre a face da terra.
XXX
Do lado de fora, escondida, Eliant, que seguira o marido silenciosamente, observava a cena.
Um ódio sobrenatural tomou conta de seu coração.
Sentia-se traída pelos elfos e pelo reino ao qual jurou lealdade.
Jurou vingança e ódio eterno ao Príncipe Eive e aos Elfos.
Pegou o cavalo do marido e correu para longe do vilarejo secreto, em direção do castelo.
Estava disposta a denunciar a sobrevivência do Príncipe, acabar com os planos dos Elfos de restabelecer o Reino Antigo em Ozen.
Afles continuava a meter em Eive, com as duas mãos, puxava o Príncipe pelos cabelos, e metia com mais força do que parecia possível...
Sentia-se vingado por não poder meter em Ekin sempre que quisesse, já que o Viking parecia preferir a companhia de Eive.
Começou a gritar enquanto fincava, com força, suas últimas estocadas:
- Ah meu futuro Rei, soberano Rei, sinta o poder de um guerreiro que só faz o melhor para Vossa Majestade!!!
E gozou loucamente dentro de Eive, puxando seus cabelos e mordendo suas costas.
O leite de Eive jorrava quente, derramando-se sobre o chão...
Antes que Afles retirasse seu pinto de dentro de Eive, Ekin abre a porta do quarto, acompanhado pelo mago Daxat.
Ao ver o Príncipe sendo penetrado daquela forma, Ekin tem um acesso de ciúmes.
Desde a primeira vez em que viu Eive, simpatizara com ele. Considerou injusto que após tanto tempo apenas bebendo o leite que jorrava do pênis de Eive, o príncipe jamais tivera algo a mais com ele...
E Eive se entregava agora daquela forma a Afles. Um guerreiro que reclamava tanto de ter que transar com outros homens...
Ekin teve vontade de abandonar a guerra.
enviada por Vilser
22/01/2006 23:31
EPISÓDIO V
NORAX, O QUARTO GUERREIRO MÁGICO
Ekin chega ao vilarejo acompanhado de Afles.
Uma grande festa de recepção foi preparada para receber nosso herói.
Eive é o primeiro a abraçá-lo. E ainda comenta em seu ouvido:
- Fico grato em saber que és um dos cinco Guerreiro Mágicos.
- Eu sou um dos Cinco Guerreiros Mágicos?
- Sim! A semente que lhe foi introduzida lhe deu poderes especiais! Você se tornou um dos guerreiros mais poderosos já vistos sobre a face da Terra!
Ekin responde:
- Eu é que fico grato em ter a honra de poder ajudar a vossa majestade. E espero que consigamos colocá-lo em seu trono muito breve.
Afles se encontra com sua esposa, Eliant.
Eliant fica muito feliz em vê-lo, e pouco importava para ela naquele momento, saber que seu marido teve que relacionar-se sexualmente com o forasteiro. O importante para ela é que Afles estava são e salvo.
Mas Afles, embora contente por ver sua esposa novamente, estava confuso.
Sentiu um forte aperto em seu peito ao ver Eive cumprimentar Ekin com tanto carinho. Não compreendia, mas, no fundo, sentia que Ekin era agora de sua propriedade, já que foi o responsável por transformá-lo num Guerreiro Mágico. Ficara maravilhado com a sensação única que teve ao gozar dentro do bárbaro.
Não sabia se seu gozo foi tão estupendo por estar enfeitiçado, ou se a bunda de Ekin tinha um formato único, que jamais experimentara em uma mulher.
Aquela transa não lhe saía da cabeça.
...
A festa de recepção estava a toda. Atravessava a noite.
Muita cerveja e muito vinho regavam toda a população do vilarejo, que estava bem isolada do resto da ilha.
Eive ocupava uma espécie de trono improvisado, em cima de um palco, enquanto o povo festejava. Ekin estava numa cadeira menor à sua direita, e um senhor de idade numa cadeira ao lado esquerdo de Eive.
Num determinado momento, o senhor de idade sussurrou algo no ouvido de Eive.
Eive levanta-se. E pede a atenção de seu povo.
Apresenta Ekin como um dos cinco guerreiros mágicos criados para ter forças sobrenaturais e assim ajudá-los na reconquista da ilha de Ozen.
Quando uma das pessoas ali presentes, levanta a mão e pergunta:
- E como faremos para localizar os outros quatro?
O senhor idoso, um sábio mago que governava o vilarejo, tomou a frente e disse:
- Não faltam quatro. Faltam somente dois.
O povo espantou-se. O mago prosseguiu:
- Nosso príncipe é um Guerreiro Mágico! Possui poderes mágicos concedidos pelos Elfos. Por isso ele sobreviveu durante semanas, exilado na Floresta Morta.
- E quem é o terceiro? Gritou Afles, aproximando-se do palco.
- Ora jovem, - Respondeu o sábio. Bem sabes que foi dotado pelos Elfos da capacidade mágica de transformar Ekin em um novo homem. Sabes que também possui poderes sobre-humanos.
O mago deu uma pausa. Levantou bem a voz para que todos pudessem ouvir e dirigiu-se à todos:
- Povo de Ozen, apresento-lhes o terceiro Guerreiro Mágico: Afles!
Eive estendeu a mão ao cavaleiro, que, sob inúmeros aplausos, juntou-se aos que estavam sobre o palco. O sábio se voltou mais uma vez ao público e disse:
- Agora, meu povo, é necessário que nosso futuro Rei e seus cavaleiros conversem sobre táticas de guerra. Bebam e divirtam-se. A noite hoje, é de festa!
O som e a gritaria da festa voltaram com força total, e o Príncipe e os demais guerreiros saíram do palco, alojando-se num grande galpão próximo dali, onde estavam vários outros cavaleiros fiéis ao futuro Rei Eive.
Todos estavam sentados em volta de uma mesa imensa, discutindo as estratégias de como derrubar Glaxus do trono usurpado.
Foi quando entre tantas outras perguntas, Afles interveio:
- Príncipe Eive, Mago Daxat. Para melhor sabermos como nos posicionar, devemos saber quando e como os outros dois guerreiros mágicos serão encontrados.
O príncipe Eive completou o raciocínio de Afles com outra pergunta:
- Mago Daxat. Os Elfos não mencionaram de que modo os demais guerreiros seriam encontrados?
- Ainda não, mas descobriremos agora mesmo.
Daxat, o mago, pediu para que todas as luzes fossem apagadas.
Ele faria o ritual de invocação das ninfas, para que elas os informassem quais deveriam ser os próximos passos.
Quando a escuridão era total, Daxat começou a falar palavras incompreensíveis para Ekin. Provavelmente era algum dialeto élfico.
Ekin ouvia em silêncio as palavras ditas pelo mago.
Foi quando sentiu um homem aproximar-se.
Supondo que era Eive, Ekin não se moveu. E permitiu a aproximação do homem. Todos ali demonstraram ser de absoluta confiança, não seria um atentado.
O homem colou seu corpo atrás do corpo de Ekin, e começou a respirar bem próximo à sua nuca. O cheiro de cerveja era comum ali dentro, não seria através do cheiro que Ekin reconheceria o homem atrás dele.
O homem começou a beijar a nuca de Ekin.
Ekin, de supetão, resolveu afastar-se.
Neste instante, uma luz branca, mas muito suave, começou a entrar pelas janelas.
- O quinto guerreiro será necessário tão somente após a retomada do castelo que está nas mãos de Glaxus. Disse uma voz feminina, que parecia sair da luz branca. Mas o quarto guerreiro mágico é necessário para depor Glaxus de nossa parte da ilha. Ele será eleito entre os que estão aqui. A semente dos Elfos o procurará, estejam certos.
A luz branca apagou-se.
As tochas voltaram a ser acesas.
Ekin procurou pelo homem que o assediou, mas não havia mais ninguém a sua volta. Distraiu-se com a magnitude e beleza da luz que presenciara.
- É hora de dormir - disse Daxat.
- Mas ainda não encontramos o quarto guerreiro. Disse Ekin.
- Ouvistes bem meu jovem, a semente procurará o guerreiro dentre os que estão aqui. Enfatizou o mago.
A semente vai procurá-lo? indagava-se Ekin, será a mesma semente que colocaram em mim?
Ekin olhou para todos os homens daquele recinto. E passou a imaginar como a semente, que provavelmente ainda estava dentro dele, iria encontrar o novo guerreiro.
- Vamos Ekin, é hora de dormir! disse Eive.
Afles ficou incomodado. Sentiu ciúmes do modo como Eive comandava Ekin.
Mas precisava superar aquilo.
Era hora de tentar voltar para casa, e tentar esquecer o rabo de Ekin fazendo sexo com sua esposa.
Quando se dirigiu à porta, o mago interrompeu os pensamentos de Afles:
- Afles, é necessário que acompanhe Eive e Ekin, o guerreiro precisa ser descoberto o quanto antes, se possível ainda esta noite. É necessário que fique por perto.
- Ah é? Com quantos machos mais eu terei que trepar? perguntou Afles, irônico.
- Com quantos forem necessários para salvar nosso reino. Finalizou o Mago, que se retirou em seguida.
Eive saiu do galpão acompanhado de Ekin e Afles.
Os três guerreiros seguiram pelo vilarejo, em direção do alojamento real.
No meio do caminho, Eive pára bruscamente, como se algo o segurasse.
- Pois não, alteza, o que aconteceu? Falou Afles, já desembainhando sua espada.
- Eu não sei disse o Príncipe.- Senti um cheiro estranho.
- Não estou sentindo nada, senhor. disse Afles.
- Parece que vem de lá. - Disse Ekin, apontando para uma taverna. Lá se encontravam alguns soldados que para lá foram após a reunião.
- Então vamos. - Concordou meio a contragosto, Afles.
Entraram na taverna. Lá, soldados bebiam, cercados de mulheres à sua volta, encantadas com o porte e conversa dos guerreiros.
Assim que os três Guerreiros Mágicos entraram na taverna, imediatamente olharam para um grandalhão, belíssimo, com quase dois metros de altura, muito forte, fisionomia italiana, peludo, bronzeado, cabelos negros e ondulados, olhos negros, mãos e pés imensos.
Este soldado estava rodeado de moças que não paravam de adulá-lo, e com outros soldados por perto, para quem contava vantagens.
- Você está sentindo o mesmo que eu? Perguntou Eive a Ekin.
- Estou, alteza. Responderam Ekin e Afles ao mesmo tempo.
Os três se aproximaram do grandalhão, e Eive ordenou:
- Soldado! Está convocado para defender o reino de Ozen como o Quarto Guerreiro Mágico.
- Como assim alteza? Perguntou assustado o soldado.
- É sua honra e dever servir ao seu país e ao seu futuro Rei. Disse Afles, puxando o grandalhão por um de seus ombros, enquanto Ekin puxava pelo outro ombro.
Em seguida, posicionaram o soldado de peito deitado em cima de uma mesa, afastando suas fortes e grossas pernas.
Todos os homens e as mulheres da taverna assistiam estupefatos à cena. Sem reagir. Sem falar.
Afles abaixou a calça do soldado, expondo uma bunda grande, macia, carnuda e peluda para que Eive observasse.
- Mas o que hão de fazer comigo? Gritava o soldado.
- Qual o seu nome, soldado? Perguntou o príncipe Eive.
- N-N-Norax.
- Eu o nomeio Sir Norax de hoje em diante, soldado.
Mal terminou de falar, Eive abaixou suas calças, expondo seu pinto duríssimo, que soltava aquele leite mágico quase o tempo todo, com seu cheiro inigualável.
Aproximou o pinto do rosto do rapaz, diante dos olhos assombrados dos outros soldados que ali estavam.
Atraído pelo cheiro magnético do pinto de Eive, Norax começa a sugá-lo, como se tivesse uma fome de rola insaciável.
Ekin, por sua vez, também não conseguia controlar-se, aquele cuzinho peludo parecia ser o lugar mais confortável da face da Terra para enfiar seu imenso caralho.
Posicionou-se bem, cuspiu bastante em seu pinto e enfiou dentro do grandalhão de uma só vez, que só não gritou de dor, porque o pinto de Eive adormeceu seus ânimos, tão gostoso era seu sabor.
As mulheres assustadas, não entendendo a necessidade daquela violência, olhavam pros outros soldados para que eles interviessem. Mas todos os soldados estavam catatônicos com a cena. Permaneciam imóveis. Não interfeririam na vontade do futuro rei.
Ekin e Eive metiam no soldado com toda a libido e desejo que poderia existir neste mundo.
Afles suava frio.
Também sentia desejo pelo corpo daquele soldado, seu pinto clamava de desejo pelos orifícios daquele grandalhão. Num acesso de loucura, começou a beijar a nuca de Ekin e retirou seu pinto de dentro da calça para penetrar no Viking.
Ekin lembrou-se da fungada que levou dentro do salão de guerra. Concluiu que fora Afles a pessoa que o molestara lá na sala de reunião.
Mas Ekin não permitiu que Afles o penetrasse.
Tirou seu pau de dentro de Norax, e afastou Afles, ordenando que o mesmo se deitasse no chão da taverna.
Afles não entendeu, mas deitou-se no chão da taverna com suas calças arriadas e seu pintão apontado para o teto.
Eive entendeu o que Ekin queria.
O príncipe e o forasteiro levantaram o soldado da mesa e ordenaram que se sentasse sobre o pinto de Afles.
Norax implorava clemência, já havia sido machucado o suficiente.
Ekin olhou em seus olhos e disse:
- Sabe que é necessário, soldado.
Com amargura no rosto, causada pela vergonha das pessoas ao seu redor, Norax obedeceu, e alojou o pinto imenso de Afles dentro de suas entranhas, sentando-se sobre ele, com seu rosto voltado para o de Afles.
Ekin aproximou o corpo de Norax bem junto ao de Afles.
O Viking explorava com o dedo o ânus do grandalhão enquanto Afles socava sem piedade dentro de seu cuzinho peludo.
Foi quando Ekin posicionou-se atrás de Norax, e este sentiu mais uma coisa quente e pulsante aproximar-se próximo de seu rabo.
- Não, isso não...
E antes que Norax se recusasse a ser duplamente penetrado, o príncipe Eive se aproximou e agachou-se, posicionando seu pinto perfumado entre os rostos de Afles e Norax que estavam próximos.
Norax e Afles, hipnotizados, dividiam o caralho de Eive. E Norax permitiu ter seu rabo duplamente arrombado por aqueles dois imensos caralhos.
As mulheres saíram do recinto.
Os outros soldados continuaram a olhar, sem sequer se mover. Muitos estavam gostando da cena...
Depois de uma foda frenética, os três gozaram quase simultaneamente, encharcando todos os orifícios de Norax com suas porras mágicas.
Como sempre, do pinto do príncipe Eive saía tanta seiva que encharcava os rostos de Norax e Afles, quase os afogando.
Era a vez de Norax sentir um poder inominável tomar conta de todo seu corpo, uma super-força que percorria todo seu sangue.
Sentia-se mais forte e saudável do que nunca imaginara.
Os quatro saíram juntos do recinto, como se aquela situação fosse a mais corriqueira da face da Terra.
Alguns soldados foram embora.
Outros ficaram por ali mesmo, para aliviar seu tesão com outros soldados à exemplo de seu futuro Rei.
A guerra já poderia ser iniciada.
Quatro Guerreiros já foram escolhidos.
Continua
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enviada por Vilser
11/12/2005 18:25
EPISÓDIO IV
A PURIFICAÇÃO DE EKIN
Enquanto era carregado pelos cipós encantados, Ekin adormeceu.
Foi induzido, através de uma espécie de veneno contido nos cipós, a entrar em um sono profundo.
Depois de algum tempo, sem a mínima idéia de onde estava, ou por quantas horas esteve dormindo, Ekin desperta.
Ele consegue abrir os olhos, mas sente-se sem forças para levantar-se.
O musculoso guerreiro sente-se dopado, tonto e fraco.
Embora consiga abrir os olhos, sua visão está nublada. Consegue ver muito pouco.
Mas percebe que há muitas árvores em sua volta, e que a floresta é muito densa.
Há pouca iluminação no local.
Não sabe se está perto de amanhecer, ou se a pouca e débil luz que consegue perceber, é o brilho da lua.
Mais uma vez, ele tenta se mover e levantar, mas a sensação de cansaço que toma conta de seu corpo é muito grande.
De repente, e aos poucos, Ekin nota que há uma aproximação de pequenas luzes, vindo em sua direção.
Como pequenos vaga-lumes, estes pequenos pontos luminosos giram em torno do corpo de Ekin, como se estivessem a observá-lo.
Por mais que se esforce, ele não encontra forças para levantar seu braço e espantar os vagalumes...
Então, uma voz, suave e feminina, começa a sair do meio das árvores.
Vinha de longe, parecia que a própria floresta estava a conversar com o bárbaro.
Logo, a voz se torna clara e compreensível:
- Forasteiro...
Ekin percebe que ganha forças para falar.
- Quem são vocês? - Pergunta Ekin, temendo que as vozes possam ser de alguém do exército do Rei Glaxus.
- Somos as Ninfas, guardiãs da Floresta Morta, estamos aqui para proteger o pouco que ainda resta da magia no mundo.
- Por que me atacaram?
- Você é uma ameaça ao Reino da Magia, e toda ameaça deve ser aniquilada.
- Ei! Espera um pouco! Eu parei aqui sem querer. E mal conheci o príncipe Eive. Tinha até intenções de ajudá-lo, se é que você quer saber.
- Seu tolo. O cipó que o trouxe, conseguiu ler algumas de suas lembranças, guardadas em sua mente. Sabemos de onde veio, e de suas intenções. Sabemos que você faz parte de um grupo de guerreiros que saqueiam e aniquilam vilarejos ingleses, para usurpar seus bens materiais. Não queremos que nossa ilha tenha o mesmo destino.
Ekin ficou apreensivo. A voz que ouvia estava certa. Ele nunca teve motivos muito nobres para partir de sua terra, seu destino era lutar, matar e saquear.
Sabia que estava condenado por seu passado.
Mas Ekin havia se afeiçoado a Eive.
E para o viking, o motivo pelo qual o príncipe lutava era muito mais interessante. E isto o fez rever seus princípios e vontades.
Mas talvez fosse tarde demais para mudar de valores.
Provavelmente seria condenado pelo que ainda não tinha feito.
- Deve ter percebido que ao chegar em Ozen, sabia falar nossa língua, não é mesmo, forasteiro? A voz perguntou.
- Percebi.
- Nós, seres mágicos de Ozen, percebemos que era um guerreiro. Naquele momento, acreditamos que talvez pudesse nos ser útil. Resgatamos seu corpo do mar, salvamos sua vida e o trouxemos. Incluímos também, em sua cabeça, a habilidade de falar nossa língua.
- Tudo isto para acabar com minha vida agora?
- Não temos muita magia. Mas precisamos unir o que resta de nossas forças mágicas para atrair os melhores guerreiros para nossa causa, ou estaremos condenados. Sabemos que você pode nos ser útil, ou não teríamos o trazido a Ozen.
- O que significa que eu não vou morrer? Pergunta Ekin, um pouco mais aliviado.
- Acontece que, para nos ser útil, é necessário estar purificado. Precisamos trocar as intenções de um bárbaro cruel que ainda possa existir dentro de você, pelos ideais nobres de nossa causa. Precisamos fazer parte de sua mente, aproveitando para inserir dentro de você, novas técnicas de luta e defesa. Você aceita?
Ekin teme se envolver com algo tão inacreditável e tão inexplicável. Mas sabe que não tem muitas opções. E quer também ajudar seu novo amigo, o mais íntimo que já teve, a tornar-se Rei. Portanto, após quase titubear, responde com firmeza:
- Sim, aceito.
Assim que responde, sente toda a força do seu corpo se restabelecer.
Levanta-se, e as copas das árvores afastam-se, tornando-se menos densas.
A Floresta está bem mais clara.
Ekin sente os raios de sol tocarem seu corpo. Percebe que está de dia.
Ele afasta-se do local onde estava deitado, e tenta procurar o caminho da caverna onde havia deixado Eive.
No caminho que faz, encontra um rio.
Neste trecho do rio, que Ekin está prestes a atravessar, a correnteza da água é retida por várias pedras. Forma-se ali, uma piscina natural, onde a água passa mais devagar, quase parando. A paisagem é muito bela.
Ekin ouve passos de cavalo.
Ekin acredita ser alguém do exército de Glaxus e tenta se esconder, pois está desarmado. Sua espada caiu quando foi seqüestrado pelos cipós mágicos das ninfas.
Antes de conseguir dar mais algum passo, Ekin avistou, do outro lado do rio, um belo casal de camponeses.
A moça estava montada em cima de um cavalo que estava sendo conduzido pelo rapaz, que estava a pé.
Eles observaram o viking fixamente.
O rapaz era forte, viril, cabelos castanhos claros, espetados, e tinha olhos verdes bem claros. Seu corpo era muito musculoso e bem bronzeado. Aparentava ter aproximadamente trinta anos.
Sua companheira era uma moça loira. Frágil, delicada e de traços muito suaves. Parecia ser muito nova, no máximo uns vinte anos.
Como aparentemente não ofereciam perigo algum, Ekin pensou em perguntar se sabiam o caminho da caverna. Mas calou-se, e não perguntou nada.
Não sabia se seriam amigos ou inimigos.
Foi quando o camponês perguntou, num tom levemente agressivo:
- Escuta rapaz, é você o tal Ekin?
Espantado, Ekin titubeou em responder.
Mas em Ozen, somente Eive sabia seu nome, e concluiu que deveriam ser amigos do príncipe. Respondeu com um sorriso:
- Sim, sou eu.
O semblante do camponês, de levemente surpreso, muda.
Ele fica irritado.
Resmungando sozinho, senta-se na margem da piscina formada pelo rio.
Sua companheira, tristemente sussurra:
- Faça o que deve ser feito, meu amor. É seu destino.
Ekin prepara seu espírito para o pior, imagina que pode haver uma luta ali, naquele momento.
Mas o camponês estava nitidamente desarmado.
A moça, cabisbaixa e triste, começa a afastar-se lentamente do local, sobre seu cavalo.
O camponês, sentado no chão, tira suas botas e após resmungar consigo mesmo mais um pouco, tira também a camisa, mostrando um peitoral magnífico.
- Escuta aqui, amigo! O que está acontecendo? Pergunta Ekin, não entendendo o que se passa com o homem.
- Eu fui escolhido pelas ninfas. Sou eu quem as conduzirá para dentro de sua mente.
- É você que vai me dar as aulas de guerra que eu preciso aprender?
- Sim. Eu as colocarei dentro de sua mente. O camponês fala, e em seguida, entra no rio, vestindo apenas suas calças.
- Certo. Mas a gente não pode encontrar Eive primeiro?
- Não. Você deve estar purificado primeiro.
- Purificar-me como? Irá me batizar neste rio por acaso?
- Cara, apenas entre no rio.
Apesar de achar o camponês muito petulante, Ekin o obedece e entra no rio, sabe que tem que seguir as ordens das ninfas para não piorar as coisas...
- Posso saber por que esta raiva toda? Pergunta o bárbaro.
- É que eu acho que as ninfas deveriam ter escolhido um homem que gostasse de se deitar com outro para esta missão, não eu. Tive que deixar minha esposa seguir sozinha pela floresta, pois eu não gostaria que ela me visse lhe possuindo.
- Epa! Que história é essa de me possuir? Estranha Ekin.
- Meu nome é Afles. Sou um guerreiro fiel ao Reinado Antigo de Ozen e aos seres da magia. Fugi da cidade agora dominada por Glaxus e estava a caminho de um vilarejo escondido na Floresta Morta, acompanhado de minha esposa. No meio do caminho, resolvemos fazer um ritual para que os Elfos nos protegessem da ameaça do rei.
Os seres mágicos não podem perder muito tempo ou a guerra estará perdida. Como éramos os defensores da magia mais próximos desta região, os seres mágicos me escolheram, para introduzir em você a semente que o tornará um grande guerreiro mágico.
- Eu estou achando que estes seres mágicos gostam mesmo é de ver dois homens trepando...
- O problema é que eu não sou muito chegado em homens. E isto complica um pouco minha missão.
- Elas mencionaram como esta sua "semente" vai entrar em mim?
O camponês olha para seu próprio pinto, aperta firmemente seu saco, e diz:
- Eu só sei que a tal semente está aqui dentro...
Com uma cara de quem precisa dominar a situação, Ekin faz o camponês sentar sobre uma das pedras mais altas do rio, e abaixa parcialmente a calça de Afles, somente o suficiente para expor seu pênis flácido e desanimado, e colocá-lo em sua boca.
Com sua boca, Ekin massageia bem o pau do guerreiro, como fez anteriormente com o pau de Eive.
O gosto deste falo não era tão bom quanto o de Eive...
Tinha um sabor de pica de verdade.
Um gosto meio doce, meio amargo. Exatamente como costuma ser o gosto de um pinto de um homem cansado e suado. Mas não deixava de ser um pênis macio e bem feito...
Mesmo habituado com mulheres, o pinto de Afles começava a crescer dentro da boca de Ekin...
Afles sentia que ser chupado por um cara não era uma tarefa tão difícil como ele imaginava.
Ekin trabalhava bem com sua língua.
Ele sabia que era necessário engolir logo a tal semente contida no esperma do rapaz.
E o quanto antes terminasse o trabalho, melhor seria para Afles, já que reclamou tanto...
Mas Afles regozijava de prazer.
Embora fosse casado, e tivesse conhecido muitas outras mulheres em sua vida, nunca alguém havia lhe chupado o pinto antes, e aquela sensação era maravilhosa... Instintivamente, agarrou os cabelos de Ekin e começou a forçar movimentos de cópula com a cabeça do bárbaro.
Ekin, agora libidinoso, engasgava com o pau que agora estava imenso em sua boca, mas aceitava a dominação do camponês, já que assim, a ejaculação aconteceria logo...
- Eu... Eu quero te possuir totalmente, forasteiro. Gritou Afles, tomado por uma luxúria que ele mesmo desconhecia em si mesmo até então.
O camponês tirou seu pinto da boca de Ekin, desceu da pedra, e posicionou o bárbaro à sua frente, inclinando o corpo do viking sobre a pedra.
- Afles, o que você está fazendo? Perguntou Ekin.
- Homem, isso só pode ser magia dos Elfos, mas eu estou louco pra detonar este seu cuzinho...
Afles encharcou seu pênis com cuspe e forçou todo seu membro com um golpe só pra dentro do rabo de Ekin.
O bárbaro quase desmaiou de dor.
Após muita resistência, o anel de couro de Ekin acabou acomodando o falo de Afles.
E assim que enfiou tudo, o camponês começou a copular freneticamente. Agarrava Ekin pelos cabelos e contorcia seu pau dentro do bárbaro. Delirava com o prazer que só um ânus masculino pode proporcionar...
O cuzinho de Ekin apertava e sugava seu pênis, parecia faminto pela semente que estava preste a receber.
Logo, o inevitável acontece.
E Ekin é inundado pela seiva de Afles.
O viking sente o calor da semente do guerreiro nativo invadir seu corpo.
Era algo inimaginável. Um arrepio percorre o corpo de Ekin. Ele sente mais força em suas veias, seu sangue parece potencializado com um poder nunca antes sentido, sente-se muito mais poderoso e pronto pra enfrentar qualquer exército.
Após aquele gozo, ambos descansam, tomando um banho de rio.
Logo em seguida, os dois seguem rumo ao vilarejo, onde encontrarão os outros "resistentes" e o príncipe Eive.
Continua
enviada por Vilser
30/10/2005 19:07
EPISÓDIO III
A HISTÓRIA DE OZEN
Ekin ainda não estava acreditando no que fizera naquela noite.
Desde que se tornara um guerreiro, tornou-se um especialista em chupar pau.
Aquilo o assustava.
Queria não sentir falta de mulheres, mas isso era completamente diferente de ter que chupar uma pica toda vez que conhecesse um cara.
Ficou pensando que Eive talvez o achasse um degenerado, tamanho profissionalismo com o qual chupou sua rola...
Naquela manhã, mal levantou, Eive começou a preparar uma trouxa de roupas, providenciando algumas para Ekin.
O viking perguntou:
- Para onde vamos?
- Não posso ficar muito tempo num mesmo local, os soldados estão sempre atrás de mim, preciso encontrar com os demais resistentes.
- Certo, talvez no caminho, você consiga me explicar onde estou, e talvez encontremos alguém que saiba o caminho da minha casa.
Antes de tirar a pedra da frente da caverna, Eive perguntou, com um sorriso bem safado nos lábios:
- Tem certeza de que não quer tomar um café da manhã? Segurando firmemente seu pinto por cima da calça.
Ekin estava com vergonha, por causa da criação que teve, e com medo de transformar aquilo num vício, respondeu, de cabeça baixa, sem graça:
- Melhor não.
E seguiram floresta adentro.
No caminho, Ekin explicou que era estrangeiro, onde ficava Frystborg, e quais eram os hábitos de seu país.
E Eive narrou a história da Ilha de Ozen:
Ozen é uma ilha que se situa no Mar do Norte da Europa.
Segundo a história, havia muitos seres mágicos em todo o mundo: fadas, ninfas, pirilampos e outras espécies.
Entretanto, as religiões cristãs e as novas religiões pagãs que cresciam pelo mundo proibiram o culto a estes seres, que precisavam destes rituais para existir.
Então, os Elfos como são mais conhecidos todos os seres mágicos, vieram de várias partes do mundo, e concentraram seu poder nesta ilha.
Eles, e humanos fiéis aos seus rituais que os seguiram, elegeram o primeiro Rei desta ilha.
A longa distância desta ilha ao continente, o tamanho pequeno, a produtividade muito pequena de bens agrícolas e a inexistência de bens materiais como ouro e prata, por muito tempo afastou os olhos dos grandes reinos desta ilha.
Só que com o passar do tempo, ainda que sem querer, outros povos da Europa acabaram encontrando e se abrigando nestas terras, como romanos, ingleses, esquimós e até mesmo vikings.
Infelizmente, estes povos trouxeram consigo novas culturas e novas vontades.
Por isso, a cinco gerações atrás, graças à incompatibilidade de vontades deste novo povo formado por estrangeiros e do povo que aqui já existia, o reino de Ozen dividiu-se em dois: o Reino do Leste, e o Reino do Oeste.
O Reino do Leste é atualmente governado pelo Rei Henry, cujos antepassados foram levados ao poder pelos povos estrangeiros que aqui chegaram.
O Reino do Oeste, este onde estamos, era governado pelo meu pai, o Rei Eibe, que ainda era representante dos antigos habitantes da ilha e, portanto, guardiões dos seres mágicos que aqui habitam...
São os seres mágicos que tornam a ilha de Ozen habitável, dando-a um clima ameno e de solo fértil.
Como os rituais que mantém estes seres são condenados pela tradição cristã, os Elfos ficaram isolados na parte oeste, onde está a população que ainda fazia estes cultos.
Inevitavelmente, houve uma intensa insatisfação e miséria vivida pelo povo do leste, o povo estrangeiro, já que o solo de sua parte da ilha nunca produziu muito, e os países de origem dos estrangeiros nunca se importaram com os descendentes desta região.
Para amenizar a situação de ambas as populações, há muitos anos atrás, foi feito um acordo.
Os dois Reinos de Ozen seriam unificados com o casamento de um filho do Rei Henry e de um filho do Rei Eibe, e o culto aos Elfos seria respeitado em toda a ilha.
Eu, Eive, sou filho único de meu pai, o Rei Eibe.
Só que Henry também gerou somente um filho, homem, o príncipe Henck.
Em Ozen, pelas tradições do Reino Antigo, era normal o casamento entre dois filhos homens.
Meu pai disponibilizou-me para casar com Henck.
Mas Henry, regente do povo estrangeiro, apegado a certos valores cristãos que são inúteis a paz entre as pessoas, decidiu exterminar meu pai.
Ele considerou esta proposta um absurdo. O casamento de seu filho com outro homem era uma aberração, uma afronta a tudo que acreditava.
Decidiu aniquilar também toda a cultura antiga, a cultura de culto aos Elfos e de respeito a todo o tipo de amor que possa existir, para que este tipo de proposta jamais seja feita novamente.
Após a morte de meu pai, o irmão de Henry, Glaxus, tomou a coroa do Reino Oeste de Ozen, e pretende unificar o reino de outra forma: Casando sua filha com Henck.
Desde então, Glaxus me persegue. E ao me encontrar, quer dizimar o último remanescente do Reino Antigo.
- Casamento entre homens? Isso é impossível. Estranhou Ekin.
- Impossível para vocês, estrangeiros. Não para o povo que sempre habitou o Reino de Ozen. Aqui em nossa terra, muitos guerreiros casam entre si. É somente questão de gosto. Entre nós isso sempre existiu, ninguém nunca estranhou.
- Mas não há como gerar filhos destes casamentos!
- Quando se quer muito um filho, existem mulheres que aceitam ser contratadas. E geram um filho de cada pai, em troca de uma quantia em dinheiro.
- Isso é muito estranho. Bizarro até.
Ekin até pensou em fazer alguma ofensa.
Mas, embora sentisse certo asco com aquela idéia que contrariava tudo o que sempre lhe fora ensinado, confortou-lhe a idéia de que, em algum lugar do mundo, poderia sentir o carinho e o afeto que bem entendesse, por quem bem entendesse. Exatamente como o que começou a sentir por seu mestre Ian.
E perguntou, agora preocupado com o amigo:
- E agora, príncipe? Você pretende fugir?
- Não. Há muitas pessoas que ainda estão do meu lado. E que defendem a idéia de que o Reino Antigo deve ser restaurado em Ozen. Devo me juntar a eles e formar um exército para depor Glaxus do trono.
- O ideal seria depor Glaxus e Henry. E afinal de contas, por que o tal Rei Henry simplesmente não anexou os dois reinos, já que já tinha assassinado seu pai?
- Porque Henry quer converter o povo antigo do Reino do Oeste aos seus valores, e proibir o amor entre dois homens. Quer deixar bem claro que a partir do casamento de seu filho, que em qualquer parte de Ozen só será possível a união entre um homem e uma mulher.
Após um dia inteiro de caminhada, Ekin e Eive estavam esgotados.
Encontram uma outra caverna, de origem vulcânica, com um pequeno e límpido rio de água quente dentro dela.
Eive acomoda suas coisas, e resolve tomar banho naquela água tão convidativa.
Começa a despir-se.
Ekin evita olhar. Tem medo de sentir-se hipnotizado mais uma vez por aquele pênis. Apressa-se em tirar suas roupas antes de Eive e entrar no rio.
Eive observa Ekin entrar na água.
Senta-se numa pedra à beira do córrego e ali permanece, nu, observando o viking.
Ekin lava-se, procurando ficar de costas para Eive, para que seus olhos não o levam a cair em tentação.
Eive observa os músculos e a força do forasteiro.
Lentamente, o pinto de Eive começa a aumentar de tamanho ao ver aquelas nádegas tenras e rosadas.
Com a ereção, o inevitável acontece. Seu pênis solta aquela baba quente e cheirosa.
Mesmo não olhando para trás, o estômago de Ekin o trai, respondendo com um ronco alto ao cheiro apetitoso.
O bárbaro passara fome o dia inteiro. E sabia que aquela era a única fonte de alimento que conhecera naquela ilha.
Ekin olha para Eive com cara de quem está muito chateado com a situação.
Eive olha para Ekin e em seguida abaixa a cabeça, olhando e pegando em seu pau.
Cabisbaixo, com muita vergonha, Ekin aproxima-se.
Eive abre as pernas, recepcionando o viking.
Como Eive disse que para os nativos daquela ilha aquilo não seria nada demais, Ekin cria mais coragem e chega bem perto.
Eive, pega carinhosamente em seu pinto gigantesco, segurando-o como se oferecesse ao bárbaro.
Ekin fala baixinho, tremendo de vergonha:
- Posso?
- Será um prazer, pode ter certeza absoluta. responde Eive, com a voz meio embargada. O príncipe não escondia que tinha muita vontade de ser chupado novamente.
E mais uma vez, Ekin suga o pinto de Eive.
Aos poucos o creme vai fluindo, saindo lentamente. Ekin acredita que agora controlará melhor a vazão do líquido.
Quando Eive goza, seu esperma sai com uma pressão pouco menor do que da última vez. Ekin consegue sorver todo o leite e matar sua fome.
Saciado, porém encabulado, Ekin pergunta:
- Eu sei que devia ter perguntado isto antes... Mas não há frutas ou animais nesta ilha. Por quê? Todos vocês se alimentam da própria porra?
- Não, como eu te disse, nossa terra é o último refúgio da magia no mundo. Mas, desde que os estrangeiros chegaram, os seres mágicos vêm perdendo força, já que o culto aos Elfos, segundo as tradições cristãs, deve ser proibido.
Então, para tentar afastar os estrangeiros pelo menos de parte da ilha, para deixá-la inabitável, os animais e as frutas foram recolhidos e vivem escondidos. Por isso, essa floresta de árvores de folhas venenosas, conhecida como Floresta Morta. Dos animais que estão escondidos, e de algumas pessoas do meu povo que ainda mantém seus rituais, é que provém o restante de força para os Elfos.
- E porque seu esperma tem o poder de alimentar?
- Os Elfos me deram este poder, para que eu pudesse ganhar tempo. Devo esconder-me na Floresta Morta, longe de qualquer tipo de comida. Já que o exército de Glaxus não sabe desta minha habilidade, eles acham que eu devo estar morrendo de fome e que sucumbirei na floresta em pouco tempo.
- Você tem que ganhar tempo para quê? Porque não se juntou ao seu exército logo que foi expulso do reino?
- Meu povo foi pego desprevenido. Não imaginava que o Rei Henry tomaria esta atitude, criar um exército para que seu irmão tomasse a coroa do Oeste. Tenho que ganhar tempo para que Glaxus pense que estou morto, e para que meu exército esteja bem treinado. E também para que os Elfos dediquem-se a criação dos Cinco Guerreiros Mágicos, pois somente com eles, seremos fortes o bastante para enfrentar Glaxus e Henry.
- Cinco Guerreiros Mágicos?
- Sim, são cinco guerreiros cujo poder sobrenatural deve ser inserido dentro de seus corpos humanos pelos Elfos. Dentro de corpos humanos devidamente preparados, a força da magia não pode ser destruída pelos novos rituais pagões. E assim que estiverem prontos, teremos poder suficiente para derrotar o Novo Reinado. Poderemos então, trazer de volta um único e mágico Reino de Ozen, onde a liberdade de amar a quem se quer não deixará de existir.
- Certo, e vocês precisam de guerreiros bravos para esta causa, não é verdade?
- Com certeza.
- Pois bem, Príncipe Eive, pode contar comigo. Até porque eu considero justo defender a mão que me salvou e alimentou! Ou ainda, o pinto que me salvou e alimentou. Com minha própria vida!
- Será nomeado Sir Ekin, pela nobre atitude rapaz!
Após conversarem sobre o que faziam em suas terras antes de se encontrarem, ambos adormecem.
No meio da noite, Ekin é acordado por luzes estranhas, provenientes do lado de fora da caverna.
Ele acorda Eive, e ambos vão verificar o que acontece lá fora. Armados com suas espadas.
Nem sequer Ekin coloca a cabeça pra fora para espiar a luz, e numa velocidade inexplicável, um cabo, semelhante a um cipó, amarra-se em sua perna e o puxa para fora, levantando-o de cabeça para baixo, com uma força assustadora, carregando-o acima da copa das árvores pela floresta.
Eive corre atrás dele, grita por ajuda aos Elfos, que provavelmente seriam os responsáveis por aquilo.
Os Elfos não respondem a Eive, e Ekin some no meio da floresta.
Continua
enviada por Vilser
30/10/2005 19:06
EPISÓDIO II
O LEITE ENCANTADO
O jovem bárbaro Ekin sabia muito pouco inglês.
Se estivesse na Inglaterra, e os habitantes daquele castelo descobrissem que ele era um Viking, era certo que o matariam.
Entretanto, nosso amigo estava cansado e faminto.
Sabendo do risco, Ekin teve uma idéia.
Fingiria ser um mendigo andarilho, para pedir um alimento como esmola e, para que não descobrissem que não falava a língua local, fingiria ser deficiente mental. Com sorte, talvez pudesse enganar alguém de bom coração e muito burro.
Mas Ekin não conseguiu chegar ao castelo...
Ao atravessar a densa mata, ele cai numa armadilha, um buraco que estava coberto de folhas, irreconhecível devido ao seu cansaço.
Ele tenta imaginar um modo de sair, mas seu corpo não tem forças após tanto tempo sem comer.
Extremamente cansado, ele desiste de lutar contra o inevitável, senta-se no chão e sem perceber, adormece. Resolve esperar sua morte chegar...
Passa-se muito tempo, e o sono de Ekin vai transformando-se numa espécie de transe, tão pesado era.
O Viking acorda com um jarro sendo encostado em sua boca, e ouvindo uma voz grossa, suave e masculina lhe dizendo:
- Beba rapaz, isso lhe dará forças!
Ekin está muito fraco, muito de seu vigor acabara com o fato de estar sem comer a dias... Mas um instinto de sobrevivência o faz sorver o líquido do jarro.
O líquido é grosso, desce relutante pela garganta, mas conforme atinge o estômago, parece trazer de volta sua força.
Seu estômago alivia-se.
Lentamente, conforme a força retorna, o viking bebe cada vez mais rápido o conteúdo do jarro de barro, com cada vez mais vontade.
Como por mágica, Ekin recobra todos os sentidos.
Já não parecia que sofrera a tempestade que destruíra seu barco, nem que passara fome por tanto tempo.
XXX
Agora lúcido, o viking olha ao seu redor, percebe que está fora do buraco que o aprisionava.
Sua nítida visão lhe permite enxergar a boa alma que o salvara. Um rapaz muito forte e bonito, rosto com traços de italiano, uma pele muito mais bronzeada de que comumente encontrava-se na Escandinávia ou na Inglaterra.
Este rapaz possuía cabelos negros levemente encaracolados, bem finos, e olhos bem escuros, mal dava para ver onde terminava a íris e começava a pupila. Possuía um sorriso cativante e belos dentes.
Ekin estranhou o tom de pele do nativo, estava acostumado com o tom de pele extremamente branco e pálido dos nórdicos. Concluiu então, que via um Inglês pela primeira vez.
Seus pensamentos foram interrompidos quando o belo estranho o perguntou:
- Sente-se melhor?
Ekin arregalou seus olhos azuis e assustou-se, pois entendia perfeitamente as palavras do estranho.
Afastou-se um pouco e perguntou:
- Você fala a minha língua?
- Sim, porque, não deveria?
- É que eu, eu...
Ekin não sabia o que falar, ou como reagir, não sabia como um inglês poderia falar tão bem a língua de Frystborg, uma espécie de sueco antigo, sem que preferisse matá-lo.
- Bem, isso não vem ao caso agora, você está bem, rapaz? Perguntava o nativo, com um sorriso que transmitia muito conforto e segurança.
- Estou...
O nativo pegou o jarro de barro das mãos de Ekin, levantou-se e dirigiu-se a uma lagoa que estava próxima a eles, para lavar o pote.
Ekin levantou-se, maravilhado em ver como sua força física voltara instantaneamente.
Olhou ao seu redor.
Além de sair do buraco que o aprisionava, estava bem longe da praia e do castelo.
O nativo o afastara de seu caminho, carregando o bárbaro quando este estava inconsciente.
Ekin até pensou em agredir o nativo, tomando-o como um inglês vingativo.
Mas não conseguiu.
O nativo salvara sua vida. E também falava muito bem a mesma língua que os nórdicos. Poderia ser uma espécie de aliado. Ekin resolveu amigar-se:
- Desculpe-me perguntar amigo, mas você poderia dizer onde estou?
O rapaz, agachado próximo à lagoa, lavando seu jarro, sem olhar para trás, disse:
- Na Floresta Morta de Ozen.
- Ozen? Nunca ouvi falar deste lugar... Ekin procura o mar com os olhos, pensativo.
O nativo olha para trás, fazendo cara de espanto. Estranha o rapaz loiro nunca ter ouvido falar de Ozen. Mas não comentou nada, voltou seu rosto para o rio e dá uma última polida no jarro.
Ekin continua a falar:
Desculpe-me a pergunta, mas, onde aprendeu minha língua? Sabes para que lado fica Frystborg?
O rapaz levanta-se lentamente, vira-se e anda na direção de Ekin.
Sua expressão facial dizia: Do que este cara está falando?
O nativo tinha o peito muito forte e definido, com poucos pêlos.
Usava uma espécie de colete aberto que cobria apenas as costas e deixava seu peito exposto, colete este, feito de um couro bem fino. Usava umas calças de um linho grosso e andava com um sapato feito de couro marrom. Aproxima-se de Ekin e com seu belo sorriso cativante diz:
- Olha garoto, infelizmente, eu nunca ouvi falar deste lugar aqui em Ozen. Mas podemos nos informar e quem sabe um dia você encontre o caminho.
- Obrigado. disse Ekin. Qual a sua graça?
- Eive. Diz o belo rapaz, estendendo a sua mão ao nosso amigo guerreiro.
Eles apertam as suas mãos, com muito vigor, como se estivessem medindo quem era o mais forte. Riam. Era o sinal de que ali poderia surgir uma amizade muito forte.
XXX
Mas o momento de extrema serenidade foi interrompido quando ouviram trotar de cavalos. E pelo barulho, eles eram muitos.
Eive, correu, indo no sentido da floresta onde a mata era mais fechada, e gritou ao bárbaro:
- Corre rapaz. Estes soldados não podem nos encontrar, ou estaremos perdidos.
Ekin segue o rapaz que o salvou, sem questionar.
Correm pela mata, e Eive o puxa pelas mãos, explicando onde estão os obstáculos e as armadilhas, para que Ekin não seja mais pego desprevenido por elas...
Eive orienta o bárbaro sobre onde passar, de modo a não deixar rastro.
Correram até o sopé de um penhasco rochoso que deixava o caminho deles sem saída.
Para Ekin, já não havia para onde correr, afinal aquilo era uma parede de pedra impossível de se escalar com pelo menos uns cinco metros de altura.
Seriam pegos.
Mas Eive guardava um segredo.
Ele retira uma grande rocha da parede, camuflada pelo tipo e formato da rocha. A força de Eive é impressionante, como se retira uma folha de papel, ele remove a pedra, revelando a entrada de uma caverna.
Ambos entram para se esconder.
Enquanto coloca a pedra no lugar, Eive pede para que Ekin faça silêncio absoluto.
Assim que Eive retorna a pedra ao seu lugar, a escuridão na caverna é total.
Sem enxergar o próprio nariz, Ekin ouve a aproximação de cavalos. E escuta uma conversa, que vem do lado de fora, e curiosamente, eles também parecem falar em sueco antigo, plenamente compreensível aos ouvidos de Ekin:
- Encontraram alguém?
- Não, capitão. Seguimos as pegadas na areia, encontramos alguns rastros na floresta, mas não vimos sinal algum de onde possam ter ido.
- Continuem procurando. Precisamos capturá-lo ainda hoje. Vivo ou morto.
Passados mais alguns bons minutos, o silêncio era total.
De repente, Ekin vê uma brecha de luz vindo do teto da caverna. Eive retirava uma pedra que dava acesso a uma saída alternativa do lugar, pela parte superior. Ekin percebera que Eive era muito astucioso.
Ao sair do buraco, Ekin pergunta a Eive:
- Estranho, se não fosse pelo sotaque, eu poderia jurar que estamos muitos próximos de Frystborg... Todos falam a minha língua... Por sorte, sei que também não estou na Inglaterra.
Eive riu, mas não tentou explicar se estavam mais próximos da Escandinávia, ou da Inglaterra, ou de nenhum destes dois lugares.
XXX
Acima da caverna há uma espécie de mezanino, um pedaço plano que existe entre o topo e o pé do penhasco.
Ekin olha para frente, dá para se avistar ao longe, mas só o que vê é floresta, muita floresta e muito fechada e bem mais adiante, a praia e o mar.
Olhando para trás, só o que vê é mais e mais paredes de pedra.
Do local onde estava, nem conseguia mais observar o castelo, pois a visão era obstruída pela montanha.
Sua tentativa de localização e reconhecimento do local é interrompida pelo ronco de seu estômago.
- Pelo visto ainda está com fome, jovem. diz Eive.
- É. Acho que aquele mingau forte que você me deu há algumas horas, não foi o suficiente para aplacar a minha fome...
- Eu vou buscar mais. disse Eive, entrando novamente na caverna.
Ekin olha ao seu redor, e percebe que não há espécie alguma de fruto nas árvores.
Mais curioso ainda, não há barulho de pássaros, nem se percebe a presença de insetos.
O silêncio descomunal era cortado tão somente pelo vento que sacolejava as árvores.
Silêncio este, cortado também por um gemido que vinha de dentro da caverna...
Um gemido forte de uma voz grave, suave e bem masculina, que parecia estar se machucando ou sentindo um prazer intenso lá dentro da caverna.
De repente, o gemido se cala.
Eive sai da caverna, com a taça de barro em suas mãos, repleta de um líquido branco, de consistência pouco mais densa que a do leite. O líquido estava quente, como se estivesse fervido há muito pouco tempo e agora estava amornando.
Ekin achou estranho aquele leite surgir tão aquecido em tão pouco tempo, num lugar tão inóspito. Onde estariam escondidos a vaca e o fogo?
Eive ficou muito pouco tempo na caverna para dar tempo de ferver o leite em alguma fogueira... Aliás, desde quando poderia se guardar leite em uma caverna totalmente escura? E o barulho de gemido de um homem? O que seria?
XXX
Ekin ficou olhando o leite, com cara de receio...
Mas a fome apertava, e o cheiro era muito sedutor.
- Se você não tomar logo, vai ficar intragável... Diz Eive.
Aquilo salvara a vida de Ekin naquele mesmo dia, não poderia fazer mal.
Ele não me salvaria e me mataria com o mesmo líquido... pensou Ekin.
E colocou a taça na boca, tomando seu conteúdo.
O caldo não tinha gosto de leite, parecia mais um iogurte adoçado com mel.
Quanto mais se tomava, mais vontade dava de tomar.
Como o líquido era um pouco grosso não dava para beber num único gole, e como Ekin demorou a criar coragem de beber, logo esfriou. E assim, o restante que sobrou no fundo da taça tornou-se algo semelhante à gelatina.
- O que é isso? - Perguntou Ekin, espantado com a consistência da sobra do líquido.
O nativo desviou-se da pergunta, perguntando:
- Matou sua fome ou não?
- Engraçado, é verdade, não sinto mais fome... Mas sinto sede...
- Tudo bem. Acho que agora a barra está limpa, vamos até o lago.
Após alguns minutos andando cuidadosamente para não encontrarem novamente com os cavaleiros, eles chegam novamente ao lago.
Ekin pergunta a Eive:
- Quem são os soldados que nos perseguiram?
- Servos do Rei Glaxus. Perseguem pessoas que são ou podem ser uma ameaça ao seu novo reino.
- Novo reino?
- Sim, ele matou o Rei de Ozen, usurpando sua coroa. Agora, para que os descendentes do antigo rei e seus aliados não reclamem o reino de volta, seus exércitos rondam as fronteiras do reino, vigiando-o.
- Então você é aliado dos descendentes do antigo Rei...
- Amanhã eu te explico melhor. Vamos dormir que a noite está chegando.
Voltaram para a caverna, e dentro dela, Eive acendeu uma lareira. A luz mostrava que a caverna era muito maior do que parecia.
Ekin tinha muitas dúvidas.
Queria saber mais sobre o estranho nativo, saber onde era esse tal reino de Ozen e sobre como voltar para casa...
Eive também achava estranho aquele rapaz não saber nada sobre Ozen. Não imaginou que fosse um estrangeiro por causa da língua que ele falava. Concluiu que fosse alguém dali mesmo de Ozen, com uma baita amnésia...
Ekin, no entanto, apesar das preocupações, estava grato por estar vivo, portanto resolveu não fazer mais perguntas naquela noite.
Pela primeira vez, teve tempo de sentir saudades da sua família, de seus amigos, e de seu mestre Ian.
Tentava entender o prazer inexplicável que sentia em estar ao lado dele.
Com lágrimas nos olhos, adormeceu.
XXX
No meio da noite, Ekin acordou, ouvindo Eive gemer.
A fogueira não se apagara, e mantinha muita luz no local...
Eive revirava-se sobre uma cama improvisada no chão, feita de palha e de outras peças de roupas.
Aparentemente estava sentindo muito calor, já que estava dormindo sem camisa...
Realmente naquela região, na tal de Ozen, fazia muito mais calor do que em qualquer lugar da Europa.
O corpo de Eive suava em bicas.
Sua calça, a única peça de roupa que ele usava, estava molhada e colada ao seu corpo torneado de músculos.
Ekin pensou que Eive estava passando mal, e aproximou-se dele.
O nativo estava de barriga para cima, e Ekin pôde perceber um movimento anormal dentro das calças de Eive. Parecia haver uma cobra viva dentro de suas calças.
Suas calças pulsavam, o pênis de Eive parecia respirar, latejando em espasmos, como um ser com vida própria.
Ekin puxou as calças do nativo pelos pés, era melhor não chegar muito perto...
Ekin vê um grande pênis rosado e bem desenhado.
O pênis pulsava, e semi-ereto, contorcia-se de um lado pra outro.
E o mais curioso, exalava um cheiro muito forte e diferente, não era um cheiro levemente amargo de um pinto normal, era um cheiro doce... Suave como mel, mas muito forte, como o de um bolo que está sendo assado.
Eive acordou. Assustou-se com a presença de Ekin, que estava sentado ao seu lado, observando o imenso falo que não diminuía de tamanho... E que continuava a latejar como se respirasse.
- Desculpe Eive, pensei que você estivesse passando mal, e tirei sua roupa imaginando que talvez você estivesse com febre.
- Está tudo bem, é que eu tive um daqueles sonhos, que todos os homens têm... Você sabe...
Eive nem se preocupou em esconder seu pênis.
Ekin riu de si mesmo. Assustou-se à toa.
- Eu vou voltar a dormir, ainda bem que você só sonhou com uma garota... disse Ekin, levantando-se, mas sem conseguir evitar olhar para aquele falo tão perfeito, grande e cheiroso.
- Obrigado por se preocupar.
Naquele instante, um pequeno fio de um líquido esbranquiçado projeta-se do pênis de Eive. O cheiro é forte, e atraente.
Ao sentir aquele cheiro familiar, a barriga de Ekin ronca novamente.
Ekin olha para Eive com uma cara de espanto.
Eive segura firme seu pênis.
- Você quer saber de onde vem o leite que salvou sua vida?
Ekin não conseguiu evitar a atração que aquele cheiro lhe exercia...
O cheiro do gosto daquele leite hipnotizava, era fascinante, parecia matar qualquer fome.
Ekin agachou-se e nem tentou entender o que sentia.
Tentou colocar o mastro de Eive inteirinho em sua boca, mas mal conseguia colocar a cabeça.
Sugou o danado com toda a paixão do mundo, estava louco para tomar novamente aquele leite mágico que salvara a sua vida.
Eive gritava como se estivesse sendo torturado. Berrava. Há tempo não sentia uma boca doce e macia em sua vara pulsante.
As pernas de Eive tremiam, seu corpo arrepiava-se como se estivesse sentindo todas as emoções existentes no mundo ao mesmo tempo... De repente, gritou como se estivesse prestes a morrer.
Seu pinto tornou-se uma fonte, jorrava muito mais leite do que Ekin era capaz de sorver...
Ao jorrar, o leite esparramava-se pelo rosto de Ekin, que não dava conta de absorver tamanha quantidade, e caía no chão, encharcava tudo à sua volta.
Eive levantou-se, e foi limpar todo o líquido antes que esfriasse.
Depois, deitou-se, e disse a Ekin, bem baixinho:
- Obrigado rapaz, acho que agora eu vou conseguir dormir bem mais sossegado...
O novo dia raiou e as aventuras de Ekin naquela terra estranha ainda estavam apenas começando.
Continua
enviada por Vilser
30/10/2005 16:00
EPISÓDIO I
OS VIKINGS DE FRYSTBORG
Tudo começou onde hoje é geograficamente a região sul da Suécia... Há mais de mil anos atrás.
Era o início da Idade Média. Os países que hoje conhecemos ainda não existiam.
Neta região havia um pequeno vilarejo nórdico chamado Frystborg.
De tempos em tempos, neste vilarejo, selecionavam-se os mais bravos homens para ingressarem no exército de guerreiros vikings, treinados para saquear as terras onde hoje é a atual Inglaterra.
As famílias eram obrigadas a fornecer soldados e seus filhos homens deveriam tornar-se poderosos guerreiros servidores da causa Viking.
Um dos rapazes escolhidos para tornar-se guerreiro foi um jovem chamado Ekin Sven...
Mal completou dezoito anos, ingressou no exército que iria saquear as terras inglesas ainda naquele ano.
O jovem rapaz não foi escolhido ao acaso.
Desde muito pequeno trabalhava muito com serviços pesados, e por isso possuía grande força e massa muscular. Também possuía um temperamento um tanto rude, frio e seco. Características comuns aos bárbaros.
XXX
Toda sua força e virilidade precoce contrastavam com seu rosto. Uma face suave, um rosto sem pêlos, um ar de menino. Cabelos louros e lisos caiam por sobre sua face - o que denunciava sua juventude dentre vários guerreiros experientes e barbados.
Mas guerreiros não eram escolhidos por suas faces de anjo, e sim pelo seu porte físico imponente. E Ekin, apesar de seu rosto de anjo, amedrontava muito marmanjo pela sua altura, que girava em torno de quase dois metros, e pelos seus músculos talhados a muito suor.
Como todos os rapazes da região, desde pequeno, o sonho de Ekin era ser um guerreiro Viking.
Ser um pirata temido por toda Europa.
Quando jovem, assim que os guerreiros voltavam de seus saques, Ekin corria ao porto para ver sua chegada.
Ficava admirado com a quantidade de objetos valiosos que os bárbaros traziam consigo: jóias e outros itens preciosos, que era para uso próprio ou para suas esposas.
As mulheres ficavam meses sem ver os maridos, mas seus olhos reluziam com o brilho das pedras que eram trazidas quando estes retornavam.
Ekin sempre admirou os guerreiros. Mas, dentre todos eles, sempre houve um pelo qual Ekin sempre teve uma grande admiração, desde que era pequeno, o nome deste guerreiro era Ian.
XXX
Quando Ian chegava, todas as mulheres de Frystborg suspiravam mais alto. Ekin queria ser tão desejado por elas quanto ele.
Ao apresentar-se para o grupo de guerreiros, Ekin teve uma surpresa:
Ian foi escolhido para ser seu mestre no ensino de técnicas de guerra, o que deixou Ekin extremamente contente - seu ídolo de infância, afinal, seria seu professor.
"Vou aprender com o melhor pensou o jovem.
Ian tinha os cabelos negros, diferentes dos demais Vikings da região, que eram em sua maioria louros, como Ekin.
Seus olhos azuis e sua pele clara contrastavam com cabelos tão escuros.
Ian era pouco menor que Ekin, mas era muito mais forte, talhado pela guerra.
Era considerado o mais belo guerreiro de Frystborg, pelas mulheres do vilarejo.
XXX
Ekin começou seu treinamento numa caverna fechada, sempre utilizada para tais propósitos.
A caverna era debilmente iluminada por tochas e caldeiras. Com tantas armas penduradas em sua parede, o lugar lembrava o inferno.
O treino dura muito tempo...
Embora rude no jeito de andar e falar, Ekin possuía um coração bom e justo.
Justo demais para um guerreiro Viking.
Por isso, foi determinado que algumas aulas com Ian fossem particulares, no intuito de endurecer o coração do jovem Ekin.
- Um Viking tem que ser o mais corajoso dos guerreiros. Gritava Ian Não pode ter dó nem piedade, pois é com o sofrimento dos outros que ele ganha sua vida e traz o sustento para dentro de casa...Você entendeu? Ele falava, enquanto segurava uma faca contra o pescoço de Ekin.
- Sim... - Sussurra Ekin.
- Você ainda tem muita piedade dentro de si, precisa ser mais duro, mais cruel e só assim colocará os outros aos seus pés... - Conclui Ian, retirando a ameaçadora arma da pele do jovem rapaz.
- Eu vou liquidá-los, eu juro! - Esta frase sai da boca de Ekin e o mesmo cai no chão de cansaço.
- Está quase lá! Paciência garoto! Mas acho que ainda falta algo... - Ian falava e começava a encará-lo. Com um ar de quem maquinava uma crueldade...
- O que falta então? - Perguntava Ekin.
- Você agüentaria seis meses longe de mulheres, condicionando suas forças apenas para saquear os castelos dos poderosos Saxões? - Perguntava maliciosamente Ian.
- Claro! Eu sou um guerreiro! - Bradou Ekin.
- Mas como você agüentaria? - Perguntou Ian.
Ekin não tem uma resposta imediata, e após pensar um pouco, diz:
- Sei lá! Você sabe? - Pergunta Ekin.
- Você é um rapagão jovem, no auge do sexo... Ian fala em tom de sabedoria e experiência. - Ficaria louco longe de mulheres... De repente, o mestre joga suas armas ao chão, e fixa os olhos em Ekin.
- Eu me viro, dou um jeito... Fala Ekin, com segurança.
- Saiba que precisamos ter um soldado que não sinta falta das mulheres. E eu sei como ser um guerreiro que pensa somente na vitória sem fraquejar, sem ter piedade e também não se sujar estuprando as mulheres destes vilarejos imundos...
- Ah é? E qual é o segredo?
- Primeiro você tem que aprender a chupar isto daqui! - Ordena Ian, abaixando as calças, revelando um pênis macio, rosado, grande e semi-ereto que latejava lentamente.
- Chupar? - Pergunta Ekin.
- Você quer ser forte e corajoso o suficiente, não quer? Se você aprender a se satisfazer com outro homem, não vai se preocupar em ficar um bom tempo longe das mulheres! Nem de ficar desesperado em arranjar alguma nos vilarejos saqueados - conclui Ian - E chupa isto logo! Eu sou o mestre aqui! Eu mando!
Ekin esquivou-se e afastou-se no primeiro instante...
Ensinaram para ele que aquilo não era certo.
Por outro lado, contrariar Ian seria rejeitar os ensinamentos do maior e mais poderoso guerreiro de Frystborg.
Se Ian ordenava, é claro que aquilo não poderia estar errado.
Ajoelhou-se e meio desajeitado, abocanhou aquela enorme tora em sua boca e sem querer, quase mordeu o falo do mestre.
- Não é assim, caralho! Você tem que fazer com cuidado, como se estivesse degustando... Bem devagar... Aprecie o gosto de um guerreiro, deixando esta nobre arma bem molhada... - disse Ian.
E nosso jovem guerreiro seguia as ordens de seu mestre, obedientemente.
Ao pôr a boca em uma parte tão íntima de seu ídolo, ele experimentava o sabor, o gosto da pessoa a qual ele sempre admirou. Sentia o cheiro mais íntimo de um experiente combatente.
E enquanto chupava o pau de seu mestre, as mãos que Ekin se empenhou em copiar, acariciavam sua cabeça em sinal de aprovação.
Ian sentia-se mais viril e mais poderoso ao colocar alunos escolhidos a dedo para satisfazer suas necessidades sexuais. A satisfação sexual com um aluno era um segredo guardado por alguns dos Vikings de Frystborg como uma forma de se tornarem desprendidos da necessidade física do sexo. Não precisariam ficar meses ao mar sem ter uma relação sexual. Ian aprendera com seu mestre, que havia aprendido com o seu mestre e assim sucessivamente.
- Por Odin! Essa sua língua é muito macia e gostosa, garoto! Assim você vai ser o mais bem preparado de nossos guerreiros! Ian delirava, falava entre gemidos.
De repente, Ian afastou com as mãos a cabeça de Ekin de seu pênis, e falou baixinho em seu ouvido, com autoridade:
- Acho que já é hora de você receber uma poção mágica!
- Poção? Que poção? Espantou-se Ekin.
- É uma poção que tem que ser absorvida pelo seu corpo de um modo diferente! - Dizia Ian, afastando-se de Ekin.
Ian tirava o resto de suas roupas e segurava o pau cada vez mais latejante e úmido na ponta dos dedos.
- A porra de um experiente guerreiro deve ser colocada em quem deve se tornar um novo grande guerreiro. dizia o mestre. Esta vitamina deve ser colocada em seu ânus, pois é a única forma de purificar todos os cantos de seu corpo tornando-o o maior de todos os heróis!
- Não era melhor beber? - Perguntou Ekin.
- Não! Vou ter que enfiar meu pau no seu cu até gozar! É o único jeito! Tira essa roupa logo e fica de quatro! - ordenou Ian.
- Por Thor! Isso está meio estranho... Vou cair fora! - Assustou-se Ekin.
- Você é que decide, se quiser, pode ser um guerreiro medíocre por toda a sua vida... - Ameaça Ian - Eu só estou aqui para te treinar, já tive que passar por tudo isto e hoje sou um grande guerreiro, como você bem sabe!
Após reclamar um pouco em voz baixa, Ekin arriou as calças, abriu bem as pernas e em pé mesmo, com as mãos na parede da caverna, disse para Ian que ele poderia concluir seu serviço, pois estava preparado.
Ian advertiu:
- Vai doer um bocado, mas é o único caminho para a tua graduação definitiva! Incline a cabeça para baixo que entra melhor!
Ian passou um pouco de saliva e enfiou de uma só vez só todo o seu gigantesco caralho de 21cm, no rabo de Ekin, que soltou um aterrador grito do fundo da alma, tamanha era dor.
- Agüente bárbaro! É o único meio... - Gritava Ian, alucinado com o prazer que aquele cuzinho virgem e apertado lhe proporcionava. Nem se preocupava com a dor de proporções inimagináveis que causava em Ekin.
O jovem quase desmaiou, chegou a chorar de dor, mas resistia em pé, ainda que com as pernas bambas, confiando que era necessário passar por esta prova de resistência.
Ian investia com mais força e velocidade contra o corpo de Ekin. Para Ian já não era mais um ato de educar, ele deliciava-se com o enorme prazer que só um anelzinho virgem contra seu pau podia proporcionar.
As estocadas ficavam cada vez mais rápidas. Ekin achava que o pau de Ian ficava cada vez maior e mais grosso, pois seu cuzinho era cada vez mais dilacerado com uma voracidade impiedosa.
Ali naquele instante, com tamanho envolvimento e intimidade, ele começou a achar que estava fazendo parte do corpo de Ian. O ato os unia e eles se tornavam um único guerreiro. E isto o excitava. Seu pau começou a endurecer.
Ian gozou loucamente. Acostumado a ser alvo de desejo de todas as mulheres da vila, gostava mesmo era de comer seus alunos, pois tinha tesão em dominar, em ser superior aos outros homens, possuindo seus corpos.
Mas poucos de seus alunos tinham a cara de anjo e corpo de deus nórdico como Ekin aos dezoito anos. Aquele era diferente. A porra que saía do pau de Ian parecia rasgar o corpo de Ekin, tamanha a força com a qual foi projetada, chegando a escorrer pelos lados.
- Finalmente podes dizer que é um guerreiro! Concluía Ian, ofegante.
Recompondo-se, Ekin observa suas pernas, por onde escorre um fio de líquido viscoso, e conclui que fora realmente abençoado por Thor.
XXX
Ian disse ao conselho de guerra que Ekin seria um dos melhores combatentes de sua frota.
O jovem foi escolhido para fazer parte dos soldados da equipe de Ian naquele mesmo ano.
Após servir sexualmente a seu mestre, Ekin acreditava estar preparado para as mais difíceis missões que estavam por vir.
Os olhos de Ekin reluziram ao ver o barco pronto e já ganhava as vestes características: roupas e botas mais reforçados e um chapéu com par de chifres.
Ao partir, o nobre coração de Ekin sabia que sofreria com a distância de seus pais e amigos.
Sentiu medo, sabia que poderia nunca mais voltar. Mas este pensamento não era compatível com a índole de um guerreiro, portanto desviava a mente para o mar, ciente de que teria que batalhar muito para voltar para sua terra como um grande guerreiro e ser desejado por todas as garotas.
Porém por mais que quisesse, não conseguia tirar da cabeça a transa com Ian, mesmo sabendo que o mestre fizera aquilo apenas para ensiná-lo.
Por várias vezes, durante a viagem, os olhos de Ekin traíam a sua vontade, procurando pela presença de Ian.
Ian estava sempre ocupado demais, ditando ordens aos novos soldados, e mal notava o olhar de Ekin, que não conseguia entender porque lhe passava pela cabeça que queria fazer aquilo novamente, ter seu corpo unido ao de seu professor mais uma vez.
Mas nosso jovem viking sabia que muitos naquele barco também passaram pelo "aval" de Ian, o que dificultaria muito mais o contato entre os dois, uma vez que o mestre se sentia à vontade pra escolher quais seriam seus servos sexuais durante a viagem.
XXX
Logo na primeira noite de viagem, Ian entra na calada da noite no quarto coletivo dos guerreiros, enquanto todos dormiam.
Ekin estava acordado, e vê Ian cutucar os ombros de um outro jovem guerreiro.
Aquele rapaz era seu amigo de infância.
Seu nome era Bern.
Bern era da mesma idade de Ekin, um pouco menos forte, era um louro de cabelos bem mais escuros do que Ekin. Seus olhos eram castanhos claros. Também possuía um rosto juvenil e maroto como o de Ekin.
Ian percebeu que os olhos de Ekin observavam a cena.
Deu um sorriso e fez sinal com as mãos para que ele também viesse.
Foram os três para a sala do capitão.
Bern sabia porque estava ali. Mal Ian trancou a porta, Bern abaixou-se e aguardou de joelhos que o mestre abaixasse as calças para fazer o serviço.
O mestre informou que Bern não seria agraciado ainda com seu pênis.
Ekin teria a honra de ser o primeiro a ser servido.
Bern olhou para a cara de Ekin, que gostando da idéia, tirou seu pau pra fora, e aproximou-se do amigo de infância.
Sem questionar, mas com cara de assustado, Bern aos poucos foi encostando a boca e a língua no pinto de Ekin...
Pela primeira vez, um homem tinha o privilégio de degustar o enorme pinto rosado de 18 cm de Ekin.
Ian extremamente excitado com a cena, não permitiu que tudo continuasse por muito tempo sem sua intervenção: Mandou Bern chupar o seu pau e mandou Ekin penetrar o amigo...
Ambos os jovens seguiram à risca as ordens do mestre.
Ekin, pela primeira vez, sentia prazer penetrando em um ânus.
Ian ordenou a Ekin que tirasse seu pênis de dentro do rabo de Bern e o chamou para perto de si.
O mestre segurou firme o rosto de Bern com uma de suas mãos, e continuou a manipular seu pênis com a outra, e ordenou a Ekin.
- Goza na cara dele, siga o mestre!
E dessa forma, todos gozaram.
Ekin esporrou uma quantidade que jamais imaginava ser possível, enquanto via o leite de Ian jorrar e encharcar todo o rosto de Bern.
Infelizmente, nos outros dias, Ekin não foi convidado para participar das outras brincadeiras com seu mestre Ian, o que lhe causou certa frustração.
Aproximadamente uma semana depois, uma tempestade de proporções jamais vista por aqueles guerreiros atingiu o barco de nossos heróis (se é que podemos chamar ladrões de heróis).
Mesmo sendo o navio Viking o que havia de melhor na tecnologia de sua época, e contendo os mais experientes navegadores então existentes, a nave sucumbiu.
A força das ondas, vindas de todos os lados, arrebentava a madeira, como se fossem machados.
Todos a bordo foram lançados ao seu próprio destino no mar, cada um tentando agarrar-se a um pedaço de madeira para tentar ao menos, sobreviver.
Ao cair do barco, Ekin conseguiu agarrar-se a um grande pedaço de madeira.
Queria tentar salvar a vida de mais alguém, principalmente de Bern e de Ian.
Mas uma correnteza começou a carregar sua prancha para longe do local do acidente. A correnteza arrastou esta madeira até uma região onde o mar era bem mais tranqüilo.
Como o mar tornou-se bem mais calmo, deitou-se sobre o pedaço de madeira, que passou a carregá-lo como uma jangada.
Aguardando a morte inevitável, adormeceu.
XXX
Ao acordar, Ekin abriu os olhos lentamente, viu que estava numa pequena faixa de praia.
Não sabia se ainda era a Escandinávia, se havia chegado à Inglaterra, ou se o mar o levara para outro lugar distante.
Porém sabia que estava vivo, pois a fome apertava e pôs-se a procurar uma árvore com frutas ou algum animal perdido pelo local.
Ekin entrou numa floresta muito verde e densa, uma mata quase fechada que se iniciava na praia.
Depois de muito vasculhar a floresta, Ekin reparou que estava num local completamente atípico, pois não conseguia encontrar naquela mata, nenhum tipo de animal, inseto ou fruta. Por sorte, avista um castelo ao longe, no alto de uma montanha.
Temeu ser reconhecido como Viking, mas suas roupas estavam muito rasgadas e ele estava sem chapéu, o que poderia fazer com que tivesse alguma chance de ser socorrido ou alimentado.
A fome extrema e a total falta do que comer naquela floresta o fez aproximar-se do castelo...
Continua
enviada por Vilser
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